Léo Mion, do PSDB, candidado do Alfredo à sucessão do Marcos Damaceno (PDT) na cacheta que irá decidir quem será o futuro presidente da Câmara local de Vereadores, durante a troca de opiniões suscitadas pelo pedido do Executivo visando aditivar o contrato do mastodôntico teatro municipal ( 256 00 reis) disse "estamos com cara de palhaço". Ou seja, de petroleiro. O Requião, autor deste projeto faraônico, criticado por Via Fax desde o dia em que começou a abadonar o papel, chamou os operários da refinaria de Araucária, a Getúlio Vargas, de palhaços!!! Sexta-feira, o mais tonitruante governador brasileiro, repetiu o que dissera em Londrina, no campus da UEL. " Peguei em armas para combater a ditadura". Mentira. Requião pegou em livros. Um deles é o Leopardo, o Príncipe de Lampedusa. Um conservdor sente a inexorabilidade de mudanças no status quo siciliano e um Tancredi, clérigo Tancredi, espera que tudo mude, desde que não se mexa em nada. Se Roberto tivesse pego em armas de fogo para combater os gorilas, teria que ter estado em São Paulo (SP) na noite de 4 de novembro de l969. Nesta data, Carlos Mariguella (ALN) foi assassinado pela Operação OBAN. Dois anos depois, no sertão, em l7 de setembro de l971, Requião teria que ter estado na Bahia, evitando que o capitão da guerrilha tombasse heroicamente diante das forças armadas fascistas. Exumo Carlos Lamarca. Em Cascavel, se despedindo do mandato, em março de l994, discursando na frente do prédio da prefeitura, revelou seu verdadeiro lado. A um grupo de militares do Sexto BPM, se dirigiu com estas palavras. " A PM combate hoje um inimigo que deixou de existir. E, se voltar, ai está o Exército para combatê-lo. Tradução: o homem é fascista travestido de esquerda revoluncionária. Ele achava que havia gente ociosa na corporação, namorando um rifle, em casa. Uma das raraz vezes que Requião pegou em armas, foi em l993. Aqui em Cascavel, pediu a um integrante do Grupo Tigre, que lhe emprestasse o mosquetão. Fotografado, saiu na capa de A gazeta do Paraná. Quem ouviu o que ele disse ao soldado, conta que o governador perguntou se o milico não tinha algo mais moderno para exibir em público. A foto foi reaproveitada na monografia sobre o massacre de Campo Bonito, minha e um pouco, muito pouco, do Yves, que se arrependeu da empreita e quase me deixou só com o pincel. Tem cada figura na OAB local...E na esquerda também.
Mas nem só de frases foi preenchida a sessão de hoje ( l6) da egrégia casa de leis. A jornalista Iloni Rodrigues (Hoje) que garante não estar com salário atrasado, foi homenageada. Quase todos que se dizem vereadores, a bajularam. O Paulo Bebber, diz que ela integra a banda boa da mídia. Logo em seguida, vou ser lacônico para não encher o saco de ninguém, outra mulher roubou a cena. A secretária Susana Kaspersack (Indústria e Comércio) fez uma exposição audiovisual sobre o Natal da Luz, atendendo requerimento do vereador Gilmar Gaitkoski, que botou uma jornalista pra rua. " A Iloni"? Não, outra que trabalhou no gabinete dele e engravidou. O Natal da Luz consumiu mais de 300 000 reais. O Júlio, líder dos contras, reclamou da falta de enfeites nos bairros. Citando Paulo Tonin, que é base aliada, mas que nem por isso deixa de oferecer subsídio ao mais loquaz dos l5 edis, citando Juvinópolis, velho e esquecido distrito, garantiu que somente uma lâmpada havia em 25 de dezembro, defronte ao módulo policial. Ultrapassada esta etapa, os vereadores altercaram sobre o aditivo de 256 mil reais ao teatro municipal. O Júlio bateu duro em todo mundo. Mas, quando era presidente, e a Casa aprovou projeto endereçado pelo Lísias para contratar ao Paraná Urbano o elefante branco, Júlio votou a favor. O pai do paquiderme é o mesmo ciclotímico vaiado pelos petroleiros da Petrobras, em Araucária. O teatro está 50% mais caro. Começou ser construído por 6 milhões de reais pela empresa dos Guilherme. De tanto aditivo, depois de ter seu projeto modificado a pedido de Requião para que a inauguração fosse feita na campanha que se avizinha, já está em doze milhões de reais. E doze, neste caso, é dose! Hoje deixo vocês sem nada sobre o salário dos operários da Diplomata. Mas se o Alfredo fosse até o pátio da empresa discursar, chamando de palhaços, os insatifeitos, imitando o governador que sai no final do mês, a vaia comeria solta. Kaefer correria o risco de ser moído pela massa,como se fora um grão de soja! Um abraço, seguido de um pensamento.
Se Lula fosse ao túmulo, seria o cúmulo. Falo de Israel, sionismo, Oriente Médio.
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