O assunto de hoje, no Executivo, são as filas que se formaram desde as primeiras horas da manhã, de moradores que tiveram casas danificadas pelo vendaval que atingiu Cascavel em l4 de outubro do ano passado (poderia ser 2008). Com a decretação de Estado de Calamidade, quem trabalha e o patrão recolhe o Fundo de Garantia por Tempo de Serviço (FGTS), depois de mais de meio ano de espera, vai esperar mais cinco dias úteis, a contar da data em que se cadastrou na prefeitura, para sacar até R$ 4,650, 00, teto fixado em Brasília, pelo Conselho Curador do FGTS, explicou o gerente da Caixa Econômica Federal, agência Calçadão, Alfredo Fischer, em contato conosco na tarde de hoje. Segundo o guarda patrimonial, Airton Moraes, 55 anos, 457 interessados na grana se cadastraram das 8h30 até às l6h30, no segundo dia de inscrições, depois que o secretário de Administração, Alisson da Luz, em coletiva, anunciou a boa notícia às vítimas do mau tempo. Mais de 50 funcionários da Caixa trabalham em tempo integral, para atender a demanda. O prazo de cadastramento vai até 30 de abril. Nesta quinta-feira 4, a Caixa continuará selecionando atingidos pelo vendaval, residentes nos bairros Aclimação, Cataratas, Caravelle e Nova Iorque, região das capivaras, ou do lago, como queiram. O FGTS já foi traduzido pelo blogueiro, em jornais diversos, como Fundo de Garantia por Tempo de Subserviência. A maioria dos que trabalham pelo sistema celetista, ou se submete aos humores dos chefes e faz o jogo deles, sem provocar marola, esbanjando servilismo, ou vai pro olho da rua. Eu, rebelde profissional, optei pelo rompimento com este segmento, que vocês chamam de empreendedores bem-sucedidos, impetrando várias ações trabalhistas, alçando meu nome ao topo da lista negra elaborada pelo João Destro (PPS) na década de 80, de acordo com notinha social na coluna do Caio, o Gottlieb.
Um outro assunto candente, pegando carona na presença na sessão da Câmara de terça-feira de um ecochato da ONG Amigos dos Rios. Nove árvores estão ameaçadas de corte da Mato Grosso, em virtude das obras que a JL começou, demolindo o que foi um dia o ginásio poliesportivo do Marista. As ameaçadas são da espécie classificada erroneamente de impróprias ao perímetro urbano - Lagustre - plantadas por Jacy Scanagatta e Edgar Pimentel entre os anos de chumbo de l976 a l982. Eu não espero o ronco da motoserra para me manifestar. Brado antes. Depois, é choro em cima do leite derramado, novo livro do Chico Buarque, disponível na biblioteca municipal e já lido por uma fã do bardo, residente no Country.
Não basta ser Sotille para ser sútil. A homenagem prestada ao radialista Osmar Jr. (Globo/Cvel) foi o melhor momento de sutileza dos vereadores na terça-feira gorda. Osmar sugere Dias. E o senador é o pré-candidato que a base aliada deve apoiar para governador. Se a tendência fosse o Beto, o salamaleque seria com o homônimo do Hospital Universitário, ameaçado de ser afastado em abril, no bojo das trocas que Pessutão deve promover nos escalões, ou placas tectônicas governamentais.
Por falar em placas, o TSE vai receber novo pedido dos tucanos de punição ao governo, por propaganda política fora do prazo legal. Hoje, a Marinha do Brasil, instala, no Chile, um hospital de campanha...
Frases aproveitáveis, proferidas por vereadores aliados, terça-feira. Paulo Bebber: " Temos que deixar de ser medíocres". Sobre lixeiras, propostas por João da Tropical, suscitando palpites até de Airton Camargo. " Cuidado para não sermos redundantes". Conselho do presidente Damaceno, preocupado com o festival de pareceres versando sobre o mesmo assunto. Repetitivos, poderia substituir o redundantes.
Quem passa pelo comitê do PPS, na Brasil, Alto Alegre, ao lado da Eucatur, acha que o Menin está. O ex-prefeito estaciona a veraneio adesivada com propaganda dele e de sua candidatura. Mas Menin não fica ali. Nem ele e nem o Tikin.
Já o calçadão do Léo, na Rua do Rosário, frontal à Acesc, só não está mais avançado em seu cronograma, porque uma das empresas que se habilitou a fazer o serviço, embargou parte das obras da concorrente que ganhou. Já os quiosques do calçadão, depois que a Justiça concedeu liminares e travou a nova licitação, quem bebe cerveja, por exemplo, proibido na regulamentação sub judice, não sabe se consome ou se deixa o liquido na garrafa. É isso, à falta de algo mais importante - um terremoto, por exemplo.
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