A situação dos empregados da Diplomata é a mesma da semana passada. Alguns receberam e outros não. Os que estagiam, recebem em cheques. Os efetivos vão de cartão magnético e recebem a resposta fria da máquina: não há depósito nesta conta! São por inventos tecnológicos assim que o Gladir Basso se desespera quando são os bancários que brigam com o capital. As máquinas moageiras estão funcionando a todo vapor. Por dia, a Diplomata moe 1 000 t de soja, extraindo 1 800 litros do produto, vendido a granel. O óleo de soja Diplomata sumiu das prateleiras dos shoppings e supermercados. O ex-prefeito de Santa tereza, Chico menin, do PPS, um dos que mais se preocupam com o atraso salarial na Diplomata, procurou neste fim de semana o Óleo Diplomata. Se desesperou. Saiu do mercado achando que o produto se esgotara diante de uma frenética procura dos amigos de Kaefer, procurando tirá-lo da situação de falta de liquidez, para usar eufemismo do economês. Segundo os que moem a soja, o mercado de São Paulo (SP) é o maior comprador a granel da unidade de beneficiamento do Pacaembu, a mais afetada pela bolha financeira da Diplomata. O total de operários prejudicados pelo atraso salarial, ultrapassa os 150. A assembléia convocada pelo sindicato da categoria, sabado à tarde, foi fraca. Não havia mais do que vinte gatos pingados, quórum que impediu a votação de uma pauta minima de reivindicações. Amanhã, ( terça) pode ser que o dinheiro seja depositado na agência Itaú do bairro São Cristóvão. O banco é de um grupo judeu, como o Kaefer. O atraso não é divulgado pela mídia. Apenas aqui e no Via Fax, o assunto é abordado. Requião é que tem razão quando adjetiva a mídia, tachando-a de canalha! A rádio CBN ameaçou tocar a notícia, mas recuou. Não se trata de uma emissora séria. O presidente da Câmara tem razão quando ataca o prefixo e o pau-mandado de plantão.
Nesta terça, a Câmara de Vereadores retoma suas sessões ordinárias, uma semana depois de ter chamado o Regimento Interno de Colcha de Retalhos, como era conhecida a Constituição durante a ditadura, que Requião, é bom que os petroleiros da refinaria de Araucária saibam, nunca pegou em armas para combatê-la. Nem mesmo a língua foi usada por Roberto durante os anos de chumbo para se opor ao regime. A exumação da colcha foi feita por Júlio César Leme da Silva. Sempre que um projeto do Executivo é posto em deliberação, o Júlio critica o Regimento. Usa um notebook para atualizar suas dúvidas. E ludibria os que pensam que tem o Regimento Interno de cor na cabeça. Nem os militares da reserva, com cadeiras cativas na casa, saberiam de cor e/ ou salteado o regimento das gurnições onde sentaram praça. Marcos Toni, do PP, e o suplente do PTB, que substituirá por trinta dias o titular insubstituível, João da Tropical, que, pelo desempenho nas últimas sessões, tinha mesmo que pedir para sair e chamar o suplente. Vai mal o João. Nem se tornou vereador e já sonha em ser deputado. O Júlio, que também quer ser deputado, teria que de desculpar pelo que disse sobre o projeto de amortização da dívida com o IPMC. Se enrolou com os números, confundindo dívida com parcelamento. De acordo com Paulo Melani, fundador do orgão, ouvido pelo blog num supermercado, a dívida é consequência do não recolhimento das contribuições por parte da prefeitura (l2%) e mais 8% do funcionário público. Descontar é uma coisa e, depositar o valor, é outra. Chega!
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