quinta-feira, 3 de setembro de 2009
OS DAMA(S)CENOS
Cascavel possuía dois Dama(s)cenos. Um com S e outro sem. Morreu o que foi registrado na certidão de nascimento com S, o cartunista. Quem lê o blog, sabe que sua morte foi aqui publicada com uma semana de antecedência - e isso que era amigo do blogueiro. O sem S, que preside a Câmara, para não morrer politicamente, deu de copiar legislações. Proibir cigarro em lugares públicos, se fosse séria esta unidade municipal, era para se cumprir desde o fim de 2000. Me lembro que o prefeito Salazar Barreiros, ao mesmo tempo em que me exonerava de um cargo de oitavo escalão na Cultura, mandou publicar em Diário Oficial, um decreto dispondo sobre limitações ao tabagismo. O sucessor assumiu e o decreto não foi cumprido. Vanderley Damasceno, morto em Camboriú (SC) aos 58 anos, vítima de derrame, há mais de 10 dias, biografado por um dependente de substâncias ditas alucinógenas e ou alcoólicas viveu seu melhor momento quando emborcava e fumava. Os caretas, acham que a melhor fase da vida do artista foi aquela pós-dependência química. Se estamos numa democracia, as duas correntes devem ser pesquisadas. Repito o que disse no artigo que anunciei a morte dele. Era um cara de direita, assim como o é o seu sucessor em o Paraná, Arivonil Policarpo, pois foram induzidos a tal pelos patrões. Quem trabalha em jornais da linha de A Gazeta do Paraná e O Paraná, não cria charges de temática social pelo flanco das esquerdas. Ou afina, ou sai. Com os que escrevem, ocorre o mesmo. Poderia me alongar, mas por saber que todo o blog chato tem que ser sucinto, paro em nome do bom senso, bastante escasso nesse cadinho de Brasil terrivelmente tachado de Cascavel. Coisa terríficus. Não o réptil, que só ataca se for atacado, mas a massa acrítica humana que a habita. Tchau.
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