A despeito de na Secretaria de Cultura seu conteúdo ser tachado de impróprio, eis-me de volta. Se não for lido nesta repartição pública, melhor . Há no nicho quem nem entenda meu anacrônico discurso. Abertura de comércio aos domingos. O Muffatão do São Cristóvão está lotando. Domingo passado, filas enormes em todos os caixas, mais de oito, inclusive nos destinados a quem está no Bolsa Família - o blogueiro incluso. Explicação é o que não falta. O Rimafra fechou, depois daquele bem explicado incêndio durante o sábado de Carnaval. E o Irani não abre mais. Não sei se segue orientação da maior autoridade religiosa católica da paróquia ou se segue a lei. Diante da falta de concorrentes próximos, o Pedro fatura bem, embora que esteja ausente desta loja desde que anunciou-se que se internou para extirpar um nódulo que se formou na próstata. Eu sou comprista do Muffato por de ter ganho da familia uma ação trabalhista, depois que adquiriram a Tarobá e incorporaram também com o passivo da empresa. Todo o dinheiro que a Justiça mandou que me fosse pago, depois que meus advogados me passaram a perna, Ernâni Pudel, Mário Katuo Kato, mais o Aderbal, segundo o Oracildes Tavares e o Mário Milani, toda essa grana já gastei no Muffatão e um pouco no Supermuffato. Em sendo assim, não deveriam me boicotar em suas unidades de comunicação social. No próximo aniversário dela, coloquem no ar minha rídicula imagem, de gravata, que nem minha era, de paletó emprestado e lendo um texto redigido por um mau repórter.
Caso Heleno. Para que não digam que somente Via Fax relembrou os trinta anos do crime que abalroou a cidade, na coluna da Cidinha, desta sexta-feira, em A Gazeta do Paraná, há uma foto da viúva Lasi dos Santos, ao lado de uma nora do Salazar, Marisa, num encontro de celebridades realizado este mês.
Sobre a compra da CATV, pelo Assis, pedra cantada aqui, para que as pessoas saibam de onde o Gurgacz descola dinheiro para adquirir empresa falida na bacia das almas, ele é um cara que trabalha e muito. E tem sorte. Nunca se ouviu falar de uma empresa dele que tenha dado com os burros n'agua. A Pioneira, que foi dele por muitos anos, desde que forçou a barra com a senhora Hélia Zadoná, viúva do Rubens Lopes, morto em Ponta Grossa, de acidente de carro, foi vendida ao grupo Gullin pelo Nenê Constantino, a mais recente vítima da Veja, que, depois de oito anos, resolveu publicar extensas matérias sobre assassinatos cometidos em Brasília pelo diretor-presidente da Gol e ex-proprietário majoritário da Pioneira. Assis, segundo um ex-genro de Hélia Zandoná, apenas persuadiu a proprietária a aceitar a venda da empresa. Por hoje é só. Julguem com espírito crítico o que escrevi e me digam se o conteúdo é impróprio, como sugerem na Cultura. Gostaria que o prefeito Edgar Bueno apurarasse quem é que deseja cercear o direito à informação naquela secretaria. Tchau.
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