Está aqui quem disse que a Scênic da Câmara estava em lugar incerto e não sabido. Dois dias depois, a perua reapareceu, fotografada, numa página do Hoje, com o vereador Mario Seibert (PTC) ao lado, abrindo a porta. Bom flagrante do tablóide. O mais relapso dos l5 vereadores, justificou-se: integro a Mesa da Casa e bati meu carro em Toledo. Ora, a batida foi em 3 de maio, estamos em 13 de agosto, véspera do trigésimo aniversário da morte do Heleno e o carro dele ainda não está recuperado?
Um governo sério, que não é o do Lula, um país sério, que não é o Brasil, toda vez que uma concessão governamental exorbite, seja rádio, seja TV, tiraria do ar a emissora. Como fez o Gal. Geisel, com o Paulo Pimentel, em l976, com a Rádio Iguaçu, de Curitiba. É só um médico boquirroto dizer por ai que já morreram mais de 50 vitimados pela gripe A, que a declaração ganha ares de veracidade, é veiculada uma vez, duas vezes, três vezes, sem que ninguém providencie um Tamiflu contra sensacionalismo de safados que desejam tomar dinheiro da prefeitura.
O circo foi embora, sem que o teco-teco batesse numa das torres do World Trade Center do Central Park. O Le Cirque mentiu mais que seu homônimo legislativo. "Hoje, é a última exibição". A gravação foi repetida por mais de 50 dias. Por isso, a Câmara de Vereadores recuperou um pouco de sua abalada seriedade. Trata-se de um monomotor, sem hífen, inapropriado para jogadas aéreas iguais às do 11 de Setembro. Um abraço mascarado pela composição do Chico: Tanto Riso, oh Tanta Alegria, mais de Mil Palhaços no Postão...
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