terça-feira, 30 de dezembro de 2008
UMA NOTÍCIA INTERESSANTE
O furo da edição de hoje de O Paraná justifica um blog de fim de ano. O Judiciário cancelou o pagamento do Loteamento Rivadávia, reivindicado pela oligarquia Siliprandi. O juiz autor do despacho, sobejando razão, acha o valor da desapropriação, proposta pelo prefeito e aceito pela Câmara de Vereadores, exagerado: R$ 3,5 milhões. Este é um dos imbróglios que nos induziram a substituir a alcunha Gringolândia por Rololândia. Os outros, são o precatório da Praça Wilson Jofre ( R$ 18 milhôes para alguns, 30 para outros); o terceiro rolo é a licitação das câmeras de vídeo realizada sem que ninguém soubesse. Ninguém,claro, excetuando Lísias e sua caterva e espertalhões de mídia que sobrevoam os prédios da Câmara e da Prefeitura iguais abutres em fins de festa. Lembram o "Frangão", presidente da Câmara, em l988, quando Guerino Zotti era secretário de Finanças. O Fiat Prêmio saia da Casa de Leis e estacionava nos fundos da Prefeitura de meia em meia-hora. O rolo de número quatro foi a nova licitação para o Diário Oficial do Município. O prefeito, persuadido pelo PC de Collor e mais tarde de Requião, queria tirar de O Paraná o status que o diário ostenta desde l979, 48h depois da morte do Antônio Heleno, diretor de O Fronteira do Iguaçu. O resultado do pregão foi estacionar na Justiça e tudo ficou como era antes, só que com prejuízo financeiro ao dono do jornal que continua Diário Oficial: O Paraná. O futuro prefeito tem tudo para reabilitar a imagem do poder Executivo, abaixo das cuecas do Tiririca. Tem que tocar essa malandragem que não aceita regras claras e legais no trato da coisa pública. Edgar Bueno haverá de ser intransigente com arrivistas, grileiros, posseiros, picaretas, gente da pior estirpe. Bom Ano Novo e até 2009. E me ajudem a transformar Cascavel em Cascavel novamente. Chega de rolo!
terça-feira, 23 de dezembro de 2008
NOVE JÁ SÃO CONHECIDOS
Por não precisarem de diplomas da Justiça Eleitoral, os secretários de Edgar Bueno, a maioria com dioplomas conquistados nas faculdades locais, tiveram seus nomes confirmados, depois de serem especulados desde 5 de outubro. Pela ordem de importância , repetimos o que já foi amplamente noticiado em rádios e tevês nesta terça-feira quente de verão. Luiz Frare, foi confirmado na Secretaria de Finanças, de onde se afastou em fins de 2004. É tão competente, que o atual prefeito precisou chamá-lo em vários momentos da gestão cambaleante e mambembe. Frare, sempre disposto e sem mágoas, foi até a Câmara de Vereadores, auxiliar na prestação de contas que a LRF exige a cada quatro meses. Lísias estava perdido. Chegou convidá-lo, mas o ex-gerente do Banestado manteve-se fiel a Edgar Bueno. O segundo em importância, é o contabilista Atair Gomes da Silva. Foi vereador pelo PDT e presidiu a Câmara entre 2001 a 2003. Possui uma conduta que o c0loca como um dos integrantes do time dos irremovíveis. Na Administração, uma novidade: Alisson Ramos da Luz. Sem comentários. Se fosse Alysson Paulinelli, diríamos que foi ministro da Agricultura no regime militar. No Planejamento, Roland Peixoto Drabik, que também trabalhou com Edgar entre 2001 e 2004, na mesma pasta. Foi candidato a vereador. Paulo Gustavo Gorski volta a Secretaria de Obras Públicas, cargo que exerceu no mandato inicial de Edgar Bueno. Saiu em 2002, depois que o PMDB sem QI elevado, rompeu com o prefeito. Júlio César sem Leme da Silva encabeçou uma idéia absurda de que por causa da derrota de Leonaldo Paranhos a deputado estadual, o partido teria que se desligar da coligação. O cunhado de Gorski chama-se Dácio Borges e exige uma certa lupa. Edgar deve saber disso. A mulher do primeiro escalão é a filha de Adão Gasparovik. Susana Gasparovik Kasperzak, ligada à Associação Comercial e Industrial (ACIC) foi convidada para dirigir uma secretaria que terá que ser recriada, a Indústria e Comércio, que funciona tão longe do prédio da prefeitura, que até deveria voltar ao Paço Municipal, fazendo parte efetiva do organograma oficial. No Meio Ambiente, o prefeito vai de Luiz Carlos Marcon, que já ocupou a pasta na gestão anterior. É um dos que não precisam de diploma eleitoral, pois é veterinário e diletante das letras. No Esporte e Lazer, a bolinha bafejou o nome do vereador Juarez Berté, do PPS, que já trabalhou com Edgar, na Cohavel, no inicio do mandato passado, sendo co-responsável pelo Conjunto Julieta Bueno, criticado por Vilson Olveira, mas que nada fez que pudesse superar o que é o núcleo habitacional que homenageia a progenitora do prefeito. Na procuradoria, o advogado Kennedy Machado, foi o escolhido. Somando, dá nove secretários. Tem mais, mas o prefeito não tem pressa no anúncio. Nesta terça, as reuniões para definições, se sucedem. O futuro vereador João da Tropical, por exemplo, em vez de estar na praia, estava na rua caminhando nas imediações do Hospital São Lucas. É que o vice-prefeito eleito, Jadir de Mattos, está vendo se consegue viabilizar o nome de Nadir Vili à Saúde. O prefeito eleito teria prometido a si mesmo que daria o cargo ao vereador impugnado Luiz Amélio Burgarelli. Este é um dos cargos mais pepinosos de todo o organograma. Para Jadir, Vili é o cara certo, mas tem contra si o fato de ter trabalhado com Lísias. E Edgar não quer que ninguém diga que ele reaproveitou gente da gestão que agoniza. Iriam dizer que o Lísias está influenciando. Paulinho Mion seria o primeiro, seguido do Salazar e do Renato. É isso. Tchau.
segunda-feira, 22 de dezembro de 2008
FATO NOVO,BLOG NOVO
Se o Araújo copiou textos exibidos aqui, devolvo da mesma moeda. Reproduzo o que o cronista Neto do Ferreira escreveu na manhã de hoje, no Via Fax. O ministro Paulo Bernardo ( Planejamento) deixou de praticar contorcionismo e assinou a Ordem de Serviço do que se chama de Contorno Oeste, que só se saberá o que é, quando estiver pronto. É algo igual ao Viaduto da Petrocon. No papel, ninguém sabia o que seria. Concluído, deu para se saber o perigo que é trafegar ali. O ministro citou a turrona Dilma Rousseff. A obra foi incluída no PAC para não ser excluida do calendário de realizações, se é que a chefe da Casa Civil vai continuar pré-candidata depois de um ano de tentativas de decolagens frustradas. A IstoÉ, preocupada, já deu o ponta-pé inicial nos problemas que Dilma enfrenta. Neto do Ferreira, por exemplo, provinciano como ele só, lembrou do apoio que Dilma deu ao jornalista Aderbal de Mello quando de sua quixotesca e mal-explicada candidatura laranja ao Executivo municipal. Talvez por saber das circunstâncias daquele arranjo de última hora, a titular do PAC tenha se limitado a apertar apenas as pontas dos dedos do advogado licenciado e quase ex-vereador, faltando para que esse esperado "ex" se concretize, apenas nove dias. Ao se encontrarem em Curitiba, apenas os dedos dele foram apertados por ela, no mais gélido aperto relativo de mãos já veiculado num programa de televisão. Via Fax está supondo que, com gente assim, como Dilma e Aderbal, ruins de voto e piores de cintura, se vai a vários lugares, menos à vitória. Sem a presença da mãe do PAC, coube ao pai local da obra, o quase senador de Rondônia, Assis Gurgacz, esposo de Dona Nair, cidadã honorária de Rolovel, receber o titular da Seplan, cena já incorporada ao cotidiano das solenidades solenes envolvendo o marido de Gleisi Hoffmann, que, achava que enfrentar o Beto Richa, seria a mesma moleza que encontrou ao peitar o senador Álvaro Dias, em 2006. Além do Assis, o federal Alfredo Kaefer, do PSDB, ferrenho opositor do governo federal, que pode inviabilizar emendas da União para a cidade, pondo em xeque o mandato de Edgar Bueno, o único dos cascavelenses bons de voto que pode dar-se ao luxo de escolher diplomas. Largou o de deputado estadual, trocando-o porr um de prefeito. Numa crise de diplomas como a que vivemos, só mesmo um gaúcho de Marcelino Ramos pode esnobar tantos sem-diplomas ( Paranhos, Baratter, Renato, Aderbal, Burgarelli). Me preocupa, por outro lado, a principal manchete desta segunda, do jornal do prefeito de fato de Cascavel neste final de mandato de Lísias. O destaque dado ao salamaleque na ACIC ou na AMOP, não sei bem o endereço, confirma o que eu já desconfiava. Os Marcos, Solano e Formiguieri, se mancomunaram para tomar dinheiro do Paulo Bernardo, depois que constataram que o homem é fraco e se subalterna mais ao Assis do que ao Lula. A Gazeta bateu demais no presidente para se candidatar a mamar nas tetas da União. Kalil Abumanssur me ajude torpedear mais este conluio lesa erário. É isso, tchau. Tanto posso voltar antes de 2009, como posso não voltar. Tudo vai depender dos fatos e das versões.
terça-feira, 16 de dezembro de 2008
SEIS FATOS, TODOS NOVINHOS EM FOLHA..
Novos fatos a justificar outra postagem. Fato 1: Sérgio Ricardo tornou-se garoto-propaganda da água mineral Fontana Oro, do grupo Padovani. Foi visto nesta tarde, bebendo deste liquido na ante-sala do presidente da Câmara, em conversa que manteve com o Ouvidor do Legislativo, Pitágoras, sem teorema, da Silva Barros. Além da bebida, amendoim retirado da casca e rapadura, que nada tem a ver com Otacilio Ribeiro, ex-vereador, alcunhado assim por ser tão avarento quanto o atual presidente da Casa. Fato 2: A placa que caiu na praça do vereador que morreu em Santa Catarina, Joaçaba, em l979, 72 horas antes do Heleno, não suportou o erro no nome inicial do homenageado. Escreveram Luiz Picoli. O correto é Luís Picoli. Fonte, Cézar Sordi, cunhado da vítima. Além disso, na opinião de quem entende do assunto, operários, que NÃO são convidados para corrigir obras mal-construídas, a placa de mármore não tinha estrutura o suficiente para manter-se ereta. Qualquer cocô de pardal poderia derrubá-la, antes de um vândalo fazê-lo. Fato 3: O diploma do Dr. Luiz Amélio Burgarelli também estaria ameaçado de cassação. Quem ouviu Via Fax falado nas últimas horas, ficou sabendo que ele teria comprado o diploma, através de mensalidades, durante o curso de medicina, em faculdade particular. A Polícia Federal não está investigando, uma vez que o corporativismo médico tem, no Conselho Regional de Medicina, o fórum adequado para resolver o problema. Fato 4: Um Edgar saiu fortalecido com a cidadania honorária que Cascavel concedeu segunda-feira a uma plêiade de notáveis. Quem pensa se tratar de Edgar Lippman. Jr. errou. O Edgar certo chama-se Bueno. Requião não gostou do salamaleque e vai retaliar com Júlio César Leme da Silva (PMDB), assinando convênios com o município, a partir do ano que vem. Fato 5: A Câmara de Vereadores examinou um assunto sério, depois da rasgação de seda de segunda-feira. Porém, protelou para quinta-feira, o pedido do prefeito. Lísias quer que os vereadores remanejem R$3,5 milhões para acertar um rolo que envolve os Siliprandi e um grupo de invasores, digo, ocupantes, de uma gleba. Se não atenderem ao pedido do alcaide, a PM, acompanhada de um oficial de justiça, cujo nome é prematuro declinar, irá despejar as famílias como se fossem lixo humano, sem valor comercial nenhum, sem as mínimas chances de serem cidadãs honorárias municipais. Fato 6: Os senadores, sabendo que o presidente da ACAMOP esteve em Brasília acompanhando a votação da PEC que poderá aumentar o número de vereadores, ficaram curiosos sobre a possibilidade de a entidade oferecer a eles alguma recompensa. Apolinário levou uma revista local, como catálogo, atendendo sugestão do antecessor, o Lalo, o que entrou pelo ralo. É isso. Tchau.
sexta-feira, 12 de dezembro de 2008
ACUEM O PREFEITO
Fato novo, justifica postagem. Sugerimos ao Sismuvel, uma vigilia defronte a prefeitura. Noraci Nonato, ao telefone, achou a idéia aproveitável e prometeu mobilizar o rebanho que forma o Sindicato dos Servidores de Cascavel. Nonato já deveria ter posto o bloco na rua. O prefeito tem que ser pressionado por quem mais será prejudicado com os acertos celebrados com famílias que se dizem prejudicadas por atos de outros mandatários municipais. As circunstâncias em que esses imbróglios se formaram, é de somenos importância neste momento. O que vale é emparedar Lísias e sua caterva, antes que as nebulosas tratativas produzam efeito. Os maiores prejudicados seriam os servidores e a população de um modo geral. Uma prefeitura quebrada, desmilinguida, depauperada por quatro anos de desatinos de toda sorte, arderia na conta de quem ali trabalha e no lombo de quem precisa de saúde, educação, segurança. Toda a sociedade deve se mobilizar. A Câmara de Vereadores acaba de ser atropelada pelo Laboratório Social. Enquanto o presidente da Casa faz turismo, em vez de fiscalizar o que o prefeito anda costurando com os Saraiva e Siliprandi, se precupando mais com cidadanias honorárias, o prefeito, faltando poucos dias para encerrar o mandato, age à sorrelfa, visando deixar ao sucessor o mais indesejável dos legados. Era isso. Obrigado ao Jairo Eduardo, que não mais pertence ao PDT, pela micro-entrevista sobre os 11 anos de Via Fax, em O Pitoco, desta sexta-feira, e pela entrevista, na Stop, de terça. Nanicos unidos, jamais serão vencidos. Tchau!
quarta-feira, 10 de dezembro de 2008
NOVA PASTAGEM
É pastagem, sim. Pasto, logo existo. Renovo o blog por causa de cena que me levou à letra de De Frente Pro Crime, do João e do Aldir, na voz da Simone. Havia um corpo estendido no chão no asfalto da rua Paraná, frontal a uma farmácia inaugurada para receber flagelados do trânsito. O motoqueiro causador do atropelamento, não sabe que, a alguns metros dali, há um hospital que não atende pelo SUS. E exibe enorme cartaz para avisar. É o posto de saúde do Dr. Lima. Segundo populares, a atropelada, depois de socorrida pelos socorristas do Siate, após permanecer deitada no chão asfaltado 8 minutos, cronometrados, acudida por uma mulher, portando guarda-chuva, com a qual a infeliz foi protegida, foi removida e não aumentou as estatística de mortes, contribuindo apenas para dilatar a contagem dos acidentes envolvendo motos e motoqueiros. No final de semana, 24, 19 envolvendo motos. São números capazes de tirar do imobilismo o mais imobilista dos blogueiros. A vítima tem nome, idade, residência, profissão, detalhes que poderiam me ajudar a transformar essas linhas em notícia completa, podendo até ser copiada em redações de jornais, pois, só de diários, Cascavel voltou a ter cinco deles, se é correto que a gazeta do Marcos Solano é diária como é a do Marcos Formiguieri.
Nos festejos alusivos aos 11 anos de Via Fax, dia 13, relembro uma das piores notícias aqui escritas. Matamos o sindicalista Gladir Antônio Basso. Quando Cléverson Thomé produziu um choque com a moto que pilotava, contra um carrinho dirigido por uma mulher, que, se fosse a júri, iria ser condenada, pois entrou na pista indevidamente, erradamente, barbeiramente, quando isto ocorreu, escrevemos que o basso do Cléverson ficou dilacerado. Mesmo com o corretor automático do word sublinhando, mantivemos a grafia com os SS. O correto seria baço, pois glândula, se escreve com cê, devidamente cedilhado. Tivemos que lavrar um vergonhoso mea-culpa na edição seguinte, pois os familiares do presidente do Sindicato dos Bancários e da Federação deles, ficaram chocados com a reforma ortográfica assassina. Foi o pior momento de Via Fax em seus onze anos, que, para alguns, é muito tempo para o nosso tamanho. E vamos longe. Se as elites o permitirem, em breve, a edição 2000, não nas bancas, mas nas mãos dos assinantes. Nas bancas, não dá lucro.
Nos festejos alusivos aos 11 anos de Via Fax, dia 13, relembro uma das piores notícias aqui escritas. Matamos o sindicalista Gladir Antônio Basso. Quando Cléverson Thomé produziu um choque com a moto que pilotava, contra um carrinho dirigido por uma mulher, que, se fosse a júri, iria ser condenada, pois entrou na pista indevidamente, erradamente, barbeiramente, quando isto ocorreu, escrevemos que o basso do Cléverson ficou dilacerado. Mesmo com o corretor automático do word sublinhando, mantivemos a grafia com os SS. O correto seria baço, pois glândula, se escreve com cê, devidamente cedilhado. Tivemos que lavrar um vergonhoso mea-culpa na edição seguinte, pois os familiares do presidente do Sindicato dos Bancários e da Federação deles, ficaram chocados com a reforma ortográfica assassina. Foi o pior momento de Via Fax em seus onze anos, que, para alguns, é muito tempo para o nosso tamanho. E vamos longe. Se as elites o permitirem, em breve, a edição 2000, não nas bancas, mas nas mãos dos assinantes. Nas bancas, não dá lucro.
terça-feira, 2 de dezembro de 2008
VOLTEI
Eu vi. A Scênic dos vereadores da Câmara está de volta ao seu habitat: a garagem sem teto e paredes edificada com o dinheiro que o Júlio devolveu ao prefeito. Mais de 200 mil reais, quando integrava a frente de centro-esquerda. Verifiquei a placa chapa-branca e lá estão os números 9094 e o prefixo AOS. Quem colidiu não foi o Adelar Proença, também alcunhado de "Bispo", por ter sido capelão do deputado Tiago de Amorim e motorista do saudoso parlamentar. Dirigia a caminhonete, a veraneio de lataria frágil, pintada com tintas pretas, da mesma tonalidade deste artigo, que nada tem de racismo, o Ademar Ferreira, esclareceu ao blog o caroneiro Adelar. Desde que um jornal quis tomar algum do Júlio, que dizem que a batida foi tão forte que o que teria restado da viatura oficial foi guinchado ao ferro-velho mais distante, o do Picolotto. Mentira. Segundo Proença, a colisão com um Space Fox atingiu apenas a porta do lado direito, a do caroneiro, ou do dono que faz do motorista um mordomo. Não consegui apurar quanto custou o conserto, nem se a Scênic estava segurada. Se tivesse me diplomado em jornalismom em qualquer um dos cursos ofertados em Cascavel, saberia desdobrar a informação como recomendam os compêndios que versam sobre jornalismo investigativo. Com estas mal-traçadas, encerro a minissérie A Scênic Que Sumiu. Se todos os que se julgam proprietários do que se convenciona chamar exagerademente de patrimônio público, zelassem pelo que é seu, episódios iguais ou piores a este, seriam evitados, quando não esclarecidos, com maior rapidez. Este, por exemplo, durou mais de 90 dias, sem ter sido explorado na campanha, naqueles dias em que o Júlio e o Salazar inventaram que o Atair e o Edgar teriam alterado o Código Tributário Municipal, prejudicando igrejas de diversos credos, inclusive sinagogas, visto que, Salazar, num debate, proferiu a palavra rabino entre os religiosos que teriam sido prejudicados com a suposta supressão de artigos da legislação em questão. Como aqui não há templos judaicos, só me restou trocadilhar o suposto Henry Sobbel, o das gravatas, com um panfleto editado pelo Jairo Eduardo (PDT) que diz que não ter o rabinato preso com ninguém. Tem o corpo inteiro.
Sadi Kisiel, colorado do PMN, que desocupa a cadeira que vai reconquistar em 2012, disse que seu time será cempeão nesta quarta-feira à noite. Respondi a ele, como se fosse gremista, que o time dele está competindo com os Estudantes de La Plata, ao passo que, o tricolor, quando foi eliminado da Libertadores, enfrentou os Professores do Boca Juniors de Buenos Aires. Ficou sem resposta.
Ainda não se sabe ao certo em que dia Léo Mion terá que sair do gabinete que ocupa na Câmara de Vereadores. A secretária dele acha que será dia l7, apontando o jornal deficitário do Alfredo Kaefer, o Hoje. O prazo em que o neto do seu Octacilio fiacará sem cadeira é tão curto, que nem a possibilidade de o mobiliario e outros pertences ficarem nos corredores do piso do palácio, se descarta, pois, em janeiro, dia primeiro, Leonardo recupera seu cargo de vereador. Não contem isso em Portugal, porque vira mais uma piada de brasileiro naquele país, onde nasceram meus ancestrais paternos. É isso. Para o meu tamanho, já escrevi demais. Não sei quando voltarei, mas se fatos como os aqui narrados, o justificarem, retorno.
Sadi Kisiel, colorado do PMN, que desocupa a cadeira que vai reconquistar em 2012, disse que seu time será cempeão nesta quarta-feira à noite. Respondi a ele, como se fosse gremista, que o time dele está competindo com os Estudantes de La Plata, ao passo que, o tricolor, quando foi eliminado da Libertadores, enfrentou os Professores do Boca Juniors de Buenos Aires. Ficou sem resposta.
Ainda não se sabe ao certo em que dia Léo Mion terá que sair do gabinete que ocupa na Câmara de Vereadores. A secretária dele acha que será dia l7, apontando o jornal deficitário do Alfredo Kaefer, o Hoje. O prazo em que o neto do seu Octacilio fiacará sem cadeira é tão curto, que nem a possibilidade de o mobiliario e outros pertences ficarem nos corredores do piso do palácio, se descarta, pois, em janeiro, dia primeiro, Leonardo recupera seu cargo de vereador. Não contem isso em Portugal, porque vira mais uma piada de brasileiro naquele país, onde nasceram meus ancestrais paternos. É isso. Para o meu tamanho, já escrevi demais. Não sei quando voltarei, mas se fatos como os aqui narrados, o justificarem, retorno.
terça-feira, 25 de novembro de 2008
POSTANDO OUTRA VEZ
Obedecendo conselho de Marcel Proust entre l913 a l918, no primeiro livro da genial série Em Busca do Tempo Perdido ( No Caminho de Swann) reassumo meu lado jocoso de blogueiro por supor que o que aqui vai ser lavrado tem lá sua importância ( Proust era de opinião de que os jornais só deveriam circular com notícias interessantes - não havia internet naquele século vinte). Não vi sob a marquise dos Vereadores da Câmara a Scênic que o tablóide Hoje assegurou estar recuperada e à disposição dos que se beneficiam deste poder, que se julga legislativo, mesmo com um volume de leis criadas decepcionante. Fui um dos últimos a abandonar o local nesta terça-feira. Já o Clio, interceptado em Ponta Grossa pela Polícia Rodoviária, estava lá, até às l8h. Não sei depois, já que a utilização da frota de automóveis chapa-branca é algo sem controle. O futuro presidente do edificio, mal denominado Casa, com maiúscula, deveria promover um leilão como fizeram em Curitiba com os carros que os deputados usavam, impedindo que outros parlamentares morressem assassinados dentro de um Vectra. E dizem que a Câmara que virá será pior do que a que sairá. E olhem que este time ai abusou do direito de ser ruim. Só o sumiço dos carros, já serve para que se tenha um parâmetro sobre que Câmara foi essa. Para que a nova composição consiga superar a atual em mediocridade, haveria a necessidade de sumir com mais de uma Scênic, deixar a documentação dos Clios mais atrasada que o único desta marca usado pelo Aderbal, além de incremento às retaliações seguidas de socos e de ponta-pés.
Esta segunda nota, a quem assina Via Fax, não tem fumos de inédita. Para quem acessa blog, possui. Pelo fato de a primeira-dama estar com a ficha suja com boa parte da população, em virtude de seu desempenho insatisfatório, quer nos Esportes quer no Provopar e Ação Social, por ter nascido em Tubarão (SC), Rosimeri Lima Tomé deveria liderar uma campanha de arrecadação de donativos com o objetivo de socorrer os catarinenses vitimados pelo dilúvio que se abateu sobre parte daquele estado, com destaque para a terra da Vera Fischer, Blumenau. Está no Via Fax, que Rosi possui um patrimônio que lhe permitiria sacar de alguma agência bancária uns dez mil reais, com o que, para início de conversa, seria quantia capaz de adquirir o que mais os flagelados estão precisando. Comida, roupas, utensílios domésticos, materias de construção. Além disso, um leilão do Fusion (Ford) presente do maridão, em outubro de 2007, no auge do escândalo da internet, recuperaria o slogan da montadora em torno do carro. " Para quem fez por merecer". Rosi, pelo papel que desempenhou na minissérie, convenhamos, contrariou o enunciado. É isso. Me vou, antes de o Proust me agredir com o primeiro livro de uma série composta de sete, um melhor que o outro, com tradução de Mário Quintana, inclusive ( Sodomoma e Gomorra).
Esta segunda nota, a quem assina Via Fax, não tem fumos de inédita. Para quem acessa blog, possui. Pelo fato de a primeira-dama estar com a ficha suja com boa parte da população, em virtude de seu desempenho insatisfatório, quer nos Esportes quer no Provopar e Ação Social, por ter nascido em Tubarão (SC), Rosimeri Lima Tomé deveria liderar uma campanha de arrecadação de donativos com o objetivo de socorrer os catarinenses vitimados pelo dilúvio que se abateu sobre parte daquele estado, com destaque para a terra da Vera Fischer, Blumenau. Está no Via Fax, que Rosi possui um patrimônio que lhe permitiria sacar de alguma agência bancária uns dez mil reais, com o que, para início de conversa, seria quantia capaz de adquirir o que mais os flagelados estão precisando. Comida, roupas, utensílios domésticos, materias de construção. Além disso, um leilão do Fusion (Ford) presente do maridão, em outubro de 2007, no auge do escândalo da internet, recuperaria o slogan da montadora em torno do carro. " Para quem fez por merecer". Rosi, pelo papel que desempenhou na minissérie, convenhamos, contrariou o enunciado. É isso. Me vou, antes de o Proust me agredir com o primeiro livro de uma série composta de sete, um melhor que o outro, com tradução de Mário Quintana, inclusive ( Sodomoma e Gomorra).
sexta-feira, 21 de novembro de 2008
POSTAGEM NOVA
Se a Câmara de Vereadores possuísse em seus arsenais, material de pesca, a briga entre o Jacinto, líder comunitário, e o presidente Júlio César Leme e, ainda por cima da Silva, teria sido evitada com aquele conselho que se dá aos nervosos em outdoors, adesivos e até em jornais: " Tá nervoso, vá pescar". Ao alcance do Jacinto ficaria o caniço, um metro e meio de fio de nylon e um anzol, onde uma minhoca seria introduzida inutilmente, pois o local da pescaria não abriga um bagrinho sequer. Seria aquele lago, ou aquela piscininha existente nas proximidades da Câmara, em geral, sujo, de onde deriva a expressão curva-de-rio, usada por 9 entre cada dez forasteiros para designar esta cidade, autosuficiente em tranqueiras que se juntam e não vão embora. Aquele lixo que fica no rio e as águas não permitem que desça. O Armando Macanhão, que integra o time que o Júlio nomeou, me contou uma versão do fato, até então não revelada. Suspeito, o pai de Robson, contou que o Jacinto é meio maluco, sofreria das faculdades mentais, que teria já entrado na sala da Presidência agredindo o Leme da Silva. Uma outra funcionária da Casa, disse que não. Diz ela que o Jacinto teria tirado o Júlio do sério ao falar na ante-sala do gabinete deste, que quem mentiu que iria aplicar asfalto na Jorge Lacerda, perto do Seminário Diocesano, teria que se explicar a ele. Foi ai, que o filho de Moacir Leme, abandonou a cadeira que ocupava longe do plenário e peitou o incômodo interlocutor, não se restringindo a fechar a porta, como já fez com este blogueiro antes mesmo de escrevermos nesta rede. Depois da agressão, Júlio, mandou que alguém ligasse para a PM, já que corria risco de ficar com sua imagem de presidente arranhada. Mais tarde, já na Policia Civil, onde inquéritos são montados, o delegado perguntou a eles de quem foi o primeiro cruzado. " Foi do Sarney", respondeu o Jacinto. E o delegado teve que rir, pois nem mesmo um casmurro como o Dr. Amadeu Trevisan, conseguiria se manter mal-humorado diante de resposta tão desconcertante. Era isso.
quarta-feira, 19 de novembro de 2008
HERMINIO JOGOU A TOALHA
Tem furo furado na rede. Acabei de saber que os Muffatinhos, sempre eles, compraram do Hermínio Oliveira, cunhado do Pedro, casado com uma irmã do ex-prefeito, as cotas dele na sociedade das 28 lojas da rede pretendida pelos norte-americanos do Wall-Mart, que, segundo Valor Econômico, trata mal seus funcionários. Sendo da terra do Bush, não se poderia esperar algo melhor. Em troca, os piás do Tito, ou os guris do finado, deram ao Hermínio todas as fazendas de gado e de pastagens existentes no Mato Grosso e mais a arrecadação oriunda do aluguel das lojas. Tentei tirar mais da fonte, mas ela se afastou, me dizendo apenas, mudando de assunto, que o Dilvo Grolli (Coopavel) e Renato Silva (Univel) já teriam assinado ficha no PMDB, partido sem lideranças, sem futuro, sem-vergonha. Meu retorno ao blog foi estimulado por um leitor de Via Fax, que encontrei num supermercado, Dr. Gilnei Fróes, que anotou o endereço internético e prometeu acessá-lo. Leiam o Via Fax de hoje, l9, que está supimpa. Tem uma bomba sobre a conta bancária que teria sido bloqueada pela Justiça, que seria aquele "paco" que o Cléverson teria deixado após colisão da moto contra um carro popular dirigido por uma mulher, as maiores responsáveis por acidentes de trânsito. Exceto, claro, a ex-primeira-dama Marlene Pereira, vista num camelô, na tarde de terça-feira, fazendo compras, ao lado da mulher do "Casinha", a Cristina, irmã do motorista que causou a batida que culminou na morte do Mário Katuo Kato em l985. É isso. Citem a fonte, em caso de transcrição.
Só aqui se lê notícia sobre conta blogueada e bloqueada.
Só aqui se lê notícia sobre conta blogueada e bloqueada.
sexta-feira, 14 de novembro de 2008
OS ECONOMISTAS
Se Miriam Leitão confirmar palestra agendada para Cascavcel dia 20, num auditório denominado Emir Sfair, que era economista ( principalmente de erário municipal e estadual) o circulo de nomes famosos estará acrescido de quatro: tudo começou com Dilson Funaro (l987); Luiz Nassif (l996); Gustavo Franco (2006) e Leitão ( 2008 ). Não se deve classificar o bringstorm de imperdível. Miriam em rádio provoca urticária. Por celular, a qualidade sonora impede que se compreenda tudo que é dito aos ouvintes. Mesmo sendo ao vivo, o discurso é entrecortado e incompreensível. Leitão seria candidata ao Senado. Por isso, quando se despede da CBN, friza que a despedida é extensiva aos ouvintes. Sublinha a palavra. Nada contra, pois nada há que impeça a postulação. Miriam não tem bola de cristal quando o assunto é a tsunami mundial. Responde a perguntas do Heródoto Barbeiro (Jornal da CBN) e do Carlos Alberto Sardenberger, ao meio-dia. É dificil saber se é seguidora de John Maynard Keines, de Ricardo, de Celso Furtado. De Marx, sim, é fácil perceber que não é seguidora. Para quem não tiver nada para fazer dia 20 à noite, mas, nada mesmo, pode ser um passa-tempo. Eu não me atreveria a ouvir ao vivo uma conferência de Miriam. Se ela é aquilo que aparece no Jornal Bom Dia Brasil, nada há de novo para se ouvir só porque ela estará fora do estúdio da Globo. Pura alienação. Dilson Funaro saiu do Centro Cultural Gilberto Mayer, outro intelectual do mesmo gabarito do Emir, abalroado pelo Edimar Pajero Ulzefer, 40 dias após a implosão do Plano Cruzado. Gustavo Franco teve que se submeter a uma interpelação de Djalma Santos ( TV Terra). E a Miriam não está livre de ser entrevistada por algum cantiniboy. Quem se dispõem a disputar uma cadeira ao Senado, não está livre de percorrer caminhos ingremes, além de recônditos.
Enquanto isso, naquela cidade, logo após o último temporal...
- Alô, é do Corpo de Bombeiros?....
- Sim!...
- Eu quero que vocêis venham aqui, no meu bairro, desentupir bocas-de-lobo!...
- Neste momento não dá. Não tem gente e nem viatura. Tente Secretaria de Obras.
- Alô, é Secretaria de Obras?...
- Sim!...
- Queremos gente para desobstruir bocas-de-lobo aqui no bairro...
- Não é possível, Só mexemos em galerias pluviais. Tente o vereador Paulo da Água!...
- Paulo, você pode dar uma mãozinha pra nóis?
- Negativo. Não me elegi.
- Vão todos à PQP!!!
Enquanto isso, naquela cidade, logo após o último temporal...
- Alô, é do Corpo de Bombeiros?....
- Sim!...
- Eu quero que vocêis venham aqui, no meu bairro, desentupir bocas-de-lobo!...
- Neste momento não dá. Não tem gente e nem viatura. Tente Secretaria de Obras.
- Alô, é Secretaria de Obras?...
- Sim!...
- Queremos gente para desobstruir bocas-de-lobo aqui no bairro...
- Não é possível, Só mexemos em galerias pluviais. Tente o vereador Paulo da Água!...
- Paulo, você pode dar uma mãozinha pra nóis?
- Negativo. Não me elegi.
- Vão todos à PQP!!!
quarta-feira, 12 de novembro de 2008
AS BOCAS DE GUARÁS E OUTROS ENFOQUES
O lago ficou alagado com as chuvas que caem sete vezes por semana. As bocas-de-lobo estão entupidas. A Prefeitura só atende reclamações de quem usa a expressão correta: galeria pluvial. O Lobo Guará está extinto. Ninguém mais acredita que algum esteja perdido por aqui. E se existisse, a Defesa Civil não iria abrir a boca do animal e dali retirar o lixo que entope as galerias causando inundações até em nosso cartão bostal - o lago.
Onde estão os 66 mil que votaram em Lísias e em Vander há 4 anos? Se houver um Juizo Final, um Nuremberg, esse Colégio Eleitoral terá que aparecer, visto que o prefeito não foi nomeado pelo governador, como na época em que éramos felizes e sabíamos. Tudo que de errado foi cometido, tem que ser melhor distribuído na hora de se estipular penas e passarmos às punições próriamente ditas. Fogueiras, garrote vil, paredão. Inquisição, franquismo e guevarismo. Na hora de tornar os bens indisponíveis, todos, indistintamente, terão que ir pro sacrificio. Chega de se culpar um homem só, deixando os verdadeiros responsáveis pela tragédia impunes. João Carlos, veterinário, não nega que votou no 23. Há quem chamou a figura de conspícuo, na reta final da campanha. Este merece castigo redobrado. E tem que ser chamado de blogueiro. Esta palavra anglo está recebendo paulatinamente a conotação merecida. Ainda vai ser um enorme palavrão. O Cléverson Thomé não pode pagar sosinho. Morreu e esqueceu de deitar, digo, de deixar a senha.
Coloque sob suspeita internações de blogueiros fofoqueiros que se hospitalizam com problemas no lado esquerdo do peito no hospital do Lima. Se um já demais, imaginemos dois. É muito infarto faltando poucos dias para acabar a maior farra que já fizeram com o dinheiro público nesta cidade, superando até gestões que terminaram de forma apoteótica: ateando fogo ao Paço Municipal. O Lima é suspeito. Permite que estas simulações virem notícia, com a cumplicidade de comunicadores desprovidos de desconfiômetro. Por hoje é só. Não prometo voltar amanhã, mas posso voltar. Tudo vai depender do tempo e do tamanho do granizo.
Onde estão os 66 mil que votaram em Lísias e em Vander há 4 anos? Se houver um Juizo Final, um Nuremberg, esse Colégio Eleitoral terá que aparecer, visto que o prefeito não foi nomeado pelo governador, como na época em que éramos felizes e sabíamos. Tudo que de errado foi cometido, tem que ser melhor distribuído na hora de se estipular penas e passarmos às punições próriamente ditas. Fogueiras, garrote vil, paredão. Inquisição, franquismo e guevarismo. Na hora de tornar os bens indisponíveis, todos, indistintamente, terão que ir pro sacrificio. Chega de se culpar um homem só, deixando os verdadeiros responsáveis pela tragédia impunes. João Carlos, veterinário, não nega que votou no 23. Há quem chamou a figura de conspícuo, na reta final da campanha. Este merece castigo redobrado. E tem que ser chamado de blogueiro. Esta palavra anglo está recebendo paulatinamente a conotação merecida. Ainda vai ser um enorme palavrão. O Cléverson Thomé não pode pagar sosinho. Morreu e esqueceu de deitar, digo, de deixar a senha.
Coloque sob suspeita internações de blogueiros fofoqueiros que se hospitalizam com problemas no lado esquerdo do peito no hospital do Lima. Se um já demais, imaginemos dois. É muito infarto faltando poucos dias para acabar a maior farra que já fizeram com o dinheiro público nesta cidade, superando até gestões que terminaram de forma apoteótica: ateando fogo ao Paço Municipal. O Lima é suspeito. Permite que estas simulações virem notícia, com a cumplicidade de comunicadores desprovidos de desconfiômetro. Por hoje é só. Não prometo voltar amanhã, mas posso voltar. Tudo vai depender do tempo e do tamanho do granizo.
terça-feira, 11 de novembro de 2008
A METRALHADORA E O VENDAVAL
O Sérgio Ricardo está vivo. A metralhadora anti-aérea recuperada em Toledo por policiais rodoviários não iria ser usada no atentado que teriam tramado contra a vida deste gaúcho indômito de Carazinho. A especulação ganha um certo nexo se recordarmos que Sérgio foi vereador e radialista no vizinho município. Vizinho é de um provincianismo atroz. Mas já que foi escrito, que assim fique. O temporal de hoje, de acordo com comentários ouvidos pelos corredores do Fórum, alagou as instalações da delegacia de polícia civil. O prédio da Câmara de Vereadores foi impotente para coibir o ingresso da água, seja pelas janelas laterais, seja pelo teto, onde as telhas assentadas pelo Berté, ou por operários contratados, não conseguiram evitar um alagamento, que, se não colocou em xeque a existência dos que ali insistem em existir, pelo menos molhou o assoalho, obrigando as zeladoras a trabalharem mais que o previsto. O telhado da Policlinica também foi levado pelos ventos, cuja velocidade não foi medida no instante em que este blog era feito. Prometi que só iria atualizar minha página dentro de 40 dias. Porém, estes fatos aqui pautados, depois de elencados, me convenceram de que uma promessa a mais descumprida não fará nenhuma diferença. Me despeço, sem ter testemunhado nenhuma batida das leves. Se houver, quebro a promessa, de novo. E por último, além da Scênic, que o Adelar Proença se encarregou de bater e nunca mais ser vista na " garagem" da Câmara, agora é a vez do Clio preto sumir. O presidente Júlio César nada diz, nada comenta.
quinta-feira, 6 de novembro de 2008
MAIS UMA COLISÃO LIGHT E SUPERMERCADO VENDIDO.
Mais um leve acidente concluído num local onde me encontrava. Perto dele, pelos menos. Este não testemunhei, apenas ouvi o estrondo (PLOFT).A motorista e professora Ivaina Machado (APP) e um condutor de Santa Tereza, Aírton Bianza. E não foi ela quem bateu. O motorista do Verona 1.8 MNR 9302 disse que não viu que o Uno estava à sua frente, a alguns metros, num trecho de Avenida Brasil, próximo do Bradesco e de um dos pórticos do calçadão com a logomarca de uma construtora falida - a Formato. Danos materiais sem ferimentos. Por isso, estou novamente dando uma de blogueiro. Se fosse com vítimas, me recusaria a inserir a tragédia na rede. O Verona ficou levemente amassado o capô e do radiador vazou água. Além disso, o pára-choque já deve ter sido trocado. O Uno foi bem escudado pelo pára-choque. Nem sequer amassou. Lataria intacta, lanternas também. O acidente foi terça-feira, às l5h13 min, de acordo com um agente da Cettrans - havia dois no local, efetuando os levantamentos de praxe, quando ali assomei, depois de abandonar uma fotocopiadora de um torcedor fanático do Grêmio, que não gostou do que escrevi sobre o jogo Grêmio e Ipatinga, já descartado para Cascavel. Alivio. A colisão que me deu esse assunto, é do tipo leve, o que evidencia um novo ciclo no trânsito por onde eu tenho andado. Espero que as coisas continuem nesse diapasão. Chega de cacetadas, porradas e coisas mais radicais. Os jornais estão ensopados de tanto sangue e de carros danificados. Verdadeiros ferros-velhos. Por último, e bem mais importante, voltaram a circular boatos de que o gigante norte-americano Walt-Mart teria adquirido a rede de supermercados Super Muffato, com matriz aqui e uma intensa rede espalhada pelo Paraná inteiro. Até numa filial do Muffatão, do Pedro, tio dos Muffatinhos, a informação não é descartada. Não sou Valor Econômico para checar, mas fica ai a pauta para quem pode acessar as fontes e esfregar a informação no rosto de quem sabe, mas tem dificuldades de chegar nas pessoas que poderiam não só confirmá-la, mas também de ampliá-la. Citem a fonte, em caso de confirmação.
quarta-feira, 29 de outubro de 2008
TRÂNSITO CIVILIZADO
Uma batida light. Foi o que testemunhei terça-feira, à tarde, num cruzamento de ruas, pertinho de um hospital que atendeu pelo SUS, parou e, agora, depois de vendido, se recredenciou ao Sistema Único de Saúde. A motorista de um Corsa, modelo 4 portas, ano 2001, verde-escuro, igual ao uniforme do Palmeiras molhado com o suor daquela temperatura de sábado no Rio de Janeiro, invadiu a preferencial como se fosse militante do MLST. E foi colhida no meio da Mato Grosso pela ocupante de um Fiesta, modelo antigo, diferente daquele que o Salazar tem, que, acredito, ele já deva ter mandado à chapeação para os reparos necessários. Me chamou a atenção o fato de a colisão ter sido suave, talvez porque os motores funcionavam movidos por pés femininos. Ninguém resultou ferida, não houve necessidade de chamar o Siate, não se anotou placas, nomes, nada enfim que pudesse me dar subsídios na confecção do presente texto, com o qual quebro um jejum de blog que já durava mais de 40 dias. Há blogueiros demais aqui na internet. E alguns com assuntos melhores que os meus. Por isso, achei de bom-alvitre dar uma parada. Voltemos ao suave abalroamento. Foi cometido nas proximidades de uma casa de saúde, que, mesmo sendo particular, poderia socorrer as envolvidas caso fosse necessário. Elogiável a atitude delas de se envolver num local assim. Em caso de compulsão, bata suave e próximo ao nosocômio mais próximo. E que estejamos no limiar de um relacionamento mais amistoso no trânsito, que me recuso a chamar de caótico, porque não seria nada original. Todo mundo que se refere ao trânsito se utiliza deste já surrado e amassado clichê. Mino Carta, quando dirigiu Veja, levava seus subalternos à lousa e ordenava. Não quero mais o uso de tais palavras, de tais parágrafos, de lugares-comuns que se vulgarizam de tanto uso. A batidinha da Mato Grosso foi vista também por Altamir Silva, o " Grandão" mais grande que conheço. Exatamenete ele, que, vive escapando até Curitiba. " Vou ver o Neto", responde, se alguém invade a privacidade dele. Tomara que não seja o Neto comentarista, que esse eu vejo e ouço por aqui mesmo, sem concordar com tudo que ele diz, embora saiba muito de futebol. Não é um murista como Paulo Roberto Falcão. Este texto também está disponível na coluna de Neto do Ferreira, do Via Fax 2025, um dos ensaístas mais lidos da região, para usar lugar-comum de Luis Carlos Vecchi da Silva, que se julgava, até 2005, ser maior que o " Grandão".
sexta-feira, 3 de outubro de 2008
quinta-feira, 18 de setembro de 2008
A VOLTA DO "PASCÁCIO"
Fernando Giacobo foi "pascácio" na proporcional federal de 2002. Concorrendo pelo PPS, recebeu o adjetivo de Hermes Parcianello (PMDB) carreirista com cadeira cativa na Câmara Federal, depois que aderiu a um esquemão pesado com sede em Cascavel. Fernando ratificou o apelido. Envolveu o candidato do Partido da República (PR) Chico Menin, um dos 7 que disputam a prefeitura de Cascavel (PR). Bem cotado nas pesquisas sonegadas, Menin, foi classificado de infiel e por pouco não foi levado à Comissão de Ética do PR, pelo deputado Giacobo, presidente estadual do partido. Até ontem, o clima era beligerante. Nas últimas horas, os ânimos serenaram e Menin suprimiu suas estocadas, no que foi imitado por Fernando. Francisco Menin, prosaico ex-prefeito de Santa Tereza do Oeste, com um sofrível programa de televisão, onde uma jornalista aparece mais que o candidato, falando dentro de um ônibus, prometendo transformar vale-transporte eletrônico em moeda, balança a corrida sucessória. Já estaria na frente de Salazar e encostando em Edgar, o líder da corrida. Azar dele que há um "pascácio" no caminho. Já que o termo raramente é usado, é bom explicar seu significado: idiota, tolo, parvo. Está nos dicionários de língua portuguesa, inclusive os básicos. Se os favoritos à sucessão de Lísias conseguirem perder para essa dupla de "pascácios", seria bom que os dois transferissem seus domicilios eleitorais para Santa Tereza do Oeste. Ou Amambai (MT). E se a partir desta sexta-feira irão praticar harakiri, na televisão, Menin agradecerá. Ai poderão estar jogando a prefeitura no colo dele, como fizeram em 2004, com outro pascácio, sem aspas, que fica na prefeitura até 31 de dezembro. Como o tempo demora.
quinta-feira, 11 de setembro de 2008
ENQUANTO ISSO, NO MEU BLOG...
O Brasil empatou com a Bolívia. Foi a pedido do governo. Lula pediu empenho contra o Chile e corpo-mole com a Bolívia. Uma derrota poderia piorar a situação de Evo Molares. Estou me antecipando aos que não vêem certas coisas por estarem sofrendo de miopia, disfunção que pode ser corrigida, desde que você eleja o candidato certo à Prefeitura. O personagem que encerrou a crônica de ontem, reapareceu. Estava hoje à tarde na Câmara de Vereadores. Adelar Proença está sem a aparência de ter se envolvido num grave acidente com a Scénic preta da Câmara. Está bem, admitindo que a colisão estimulada não foi forte e que a perua está sendo consertada. Nada mais falou, porque também mais nada lhe foi perguntado.
Os programas de rádio dos candidatos ao Legislativo pelo PP, podem ter novidades sábado. Desvirtuados pela produção, anunciaram hoje que os vereadores que concorrem pelo Partido Popular, se eleitos, não farão como um deputado estadual, que deseja ser prefeito e renunciar ao mandato. Como não tem nada a ver com o espírito do programa eleitoral, é quase certo que o pedido de resposta encaminhado pela coligação ofendida, depois de deferido pelo Judiciário, irá preencher os minutos a que estes cabos eleitorais do Salazar têm direito, mas que acabam impotentes diante dos sintomas de uma derrota inevitável do PP na majoritária e na proporcional.
Nos programas do candidato a prefeito, cenas de pontes, com texto provocativo. Edgar deu uma pequena mordida na isca, mandando o Kendy ( ex-ipmc) pegar de leve, por ora, recordando da dívida elevada do organismo, em 2001. Há coisas piores, porém, como foi apenas um aviso, vamos ficar por aqui. E o Dr. Arlindo Pereira, do PV, está pedindo votos ao Salazar e ao Alcebíades. Em troca, disseram que vão nomeá-lo à chefia da Décima Regional de Saúde. Já se expôs na televisão. É sócio do Nossa Senhora da Salette e pratica medicina eleitoreira há meses. Chegou ter o nome registrado na Justiça para vereador. Ai, vendo uma corda, não se conteve. Não se sabe se o Diretório Regional do Partido Verde irá expulsá-lo. A Provisória local não está nada contente com ele, achando que o ar não está tão lindo assim (Arlindo).
Um novo vídeo de Idalina, foi exibido na televisão, ontem à noite. Neste, ela comemora a recuperação de um menor pelo Centro de Atendimento e Orientação ao Menor (CAOM). No anterior, a candidata apareceu num plano diferente, o que teria provocado um certo mal-estar entre os espectadores. Eleitores desavisados que assistiram à gravação, disseram que é muito pouco o que ela fez na instituição, achando que, pelo que o município gastou com a escola-oficina, inaugurada em l99l, com a presença de Maristela Requião, mais desajustados poderiam ter sido mostrados na gravação. Logo em seguida, apareceu Marlise da Cruz, do PV, batendo dura no nepotismo, com o prédio da prefeitura de fundo. Pode ter neutralizado todos os efeitos que Idalina possa ter provocado com as cenas de mamãe dos pobres. Caom, se fosse Centro de Atendimento e Orientação Social, teria como sigla CAOS...
Os programas de rádio dos candidatos ao Legislativo pelo PP, podem ter novidades sábado. Desvirtuados pela produção, anunciaram hoje que os vereadores que concorrem pelo Partido Popular, se eleitos, não farão como um deputado estadual, que deseja ser prefeito e renunciar ao mandato. Como não tem nada a ver com o espírito do programa eleitoral, é quase certo que o pedido de resposta encaminhado pela coligação ofendida, depois de deferido pelo Judiciário, irá preencher os minutos a que estes cabos eleitorais do Salazar têm direito, mas que acabam impotentes diante dos sintomas de uma derrota inevitável do PP na majoritária e na proporcional.
Nos programas do candidato a prefeito, cenas de pontes, com texto provocativo. Edgar deu uma pequena mordida na isca, mandando o Kendy ( ex-ipmc) pegar de leve, por ora, recordando da dívida elevada do organismo, em 2001. Há coisas piores, porém, como foi apenas um aviso, vamos ficar por aqui. E o Dr. Arlindo Pereira, do PV, está pedindo votos ao Salazar e ao Alcebíades. Em troca, disseram que vão nomeá-lo à chefia da Décima Regional de Saúde. Já se expôs na televisão. É sócio do Nossa Senhora da Salette e pratica medicina eleitoreira há meses. Chegou ter o nome registrado na Justiça para vereador. Ai, vendo uma corda, não se conteve. Não se sabe se o Diretório Regional do Partido Verde irá expulsá-lo. A Provisória local não está nada contente com ele, achando que o ar não está tão lindo assim (Arlindo).
Um novo vídeo de Idalina, foi exibido na televisão, ontem à noite. Neste, ela comemora a recuperação de um menor pelo Centro de Atendimento e Orientação ao Menor (CAOM). No anterior, a candidata apareceu num plano diferente, o que teria provocado um certo mal-estar entre os espectadores. Eleitores desavisados que assistiram à gravação, disseram que é muito pouco o que ela fez na instituição, achando que, pelo que o município gastou com a escola-oficina, inaugurada em l99l, com a presença de Maristela Requião, mais desajustados poderiam ter sido mostrados na gravação. Logo em seguida, apareceu Marlise da Cruz, do PV, batendo dura no nepotismo, com o prédio da prefeitura de fundo. Pode ter neutralizado todos os efeitos que Idalina possa ter provocado com as cenas de mamãe dos pobres. Caom, se fosse Centro de Atendimento e Orientação Social, teria como sigla CAOS...
quarta-feira, 10 de setembro de 2008
UMA SEQUÊNCIA TRÁGICA
As tragédias que seguram a terceira vitória de Salazar. As familiares e a dos amigos. Uma nora, um filho. Depois, a maior de todas, a do deputado dos 44 mil votos. Tiago foi importante na campanha de 1996. Quando nos desentendemos num comitê, o Cássius pegou o extintor de incêndios e apagou o fogo. Eu havia dito a um grupo de taxistas que jogava baralho na Erechim, João Branco, inclusive, que o Tiago estava eleito. E que eu precisava de pelo menos de um voto dos 5 carteadores de cacheta. Disse, ainda, que possuía melhor preparo técnico que a função de vereador exige. Foi esta observação, que, distorcida por um deles, levou o briguento radialista a me interpelar. Tudo terminou em esqueça o que falei. Salazar sabia que Tiago não poderia ser incomodado em sua campanha. Se foi útil em 2001, ajudando a tirar de pauta os escândalos da segunda gestão, faz falta nos dias de hoje. Antes de 18 de dezembro de 2001, o assassinato de " Abelha", na Carlos Gomes, genro de Edgar Posser, responsável pela segurança do Paço Municipal. Uma milicia atuava sob suas ordens, inclusive o "Toninho" Vaz, preso em fevereiro de 2002, por que alugou uma casa a um segurança privado que trabalhou com Salazar numa de suas fazendas. O "Galo". Ali foi encontrada uma pistola... O jornal Hoje quase libera uma manchete sugerindo que o ex-prefeito poderia estar envolvido na morte do deputado. O clima esquentou. Para mim, "Toninho" contou que, quando estava na cadeia, tanto o Tolentino, advogado dele, como o promotor Marcelo Balzer, prometeram garantias de vida para que disesse tudo que sabia. Mas a armação não prosperou. Em janeiro passado, é assassinado no Interlagos, Marco Antônio Sartori, ex-diretor da Codevel, em 1990, quando Pedro Rempel caiu. E na semana passada, Adelar Proença, o " Bispo", ex-motorista de Tiago, se envolve em acidente com uma perua da frota da Câmara de Vereadores. O fato está abafado, o presidente da Câmara, cabo eleitoral de Salazar, mexeu com os pauzinhos e a coisa está congelada. É mais uma vítima da tragédia em série que ofusca a candidatura do PP.
terça-feira, 9 de setembro de 2008
SOBRE SCÊNIC E 'BISPO'
Aos 67 anos, Egidia Covatti assumiu uma cadeira de imortal da Câmara de Vereadores. Ainda no PMDB, de onde não sai, pois é mais fiel à legenda que o Aldo Parzianello, diz que vota no Salazar. Mas se for pedir um conselho ao Tolentino, muda o voto. Mas o assunto mais importante envolvendo o Legislativo é o desaparecimento da Scênic da presidência da Casa. Preta, estava sendo dirigida por um motorista de pele branca, olhos verdes, alcunhado " Bispo", que, a exemplo da perua da Renault, também não foi visto na Câmara nas últimas horas. A última vez que o vi, foi sexta-feira, à tarde, distribuindo O Pitoco nas salas dos vereadores. O Via Fax a Cleuza joga no lixo e O Pitoco é distribuído. E depois o Júlio quer apoio. Vai levar cacete porque merece. Há uma portaria assinada pelo Júlio, em junho de 2007. No artigo terceiro, lê-se que é exclusivo do serviço público o uso dos carros oficiais da Câmara. Que não deve ser o caso da Scênic. Nada de oficial foi dito, pelo fato de que o jornal que divulgou o sumiço estar querendo tomar algum do presidente. E o Júlio deve estar bancando o durão, que não se verga para achacador. O que se ouve na Câmara, de vozes de oposição, é que o Adelar Proença capotou a veraneio. Que acabou com ela. Que está numa oficina mecânica, sem que se saiba o endereço. E estava sendo usada para fazer política partidária, o que seria crime eleitoral, passível de impugnação da candidatura dos candidatos que dela se utilizavam, Por isso, acho mais importante que a posse da Covatti, viúva do Chico. Esse episódio, bem levantado, poderia ser a pá de cal que faltava numa determinada candidatura. Por último, os jornais que apóiam o Edgar, estão infiltrados de veistas. Jornalistas velhas que apóiam o Salazar. Sexta-feira, diante de um delas, na Câmara, o Aderbal esfregou na cara do candidato malufista a cópia de uma lei vetada por Salazar em l997, prejudicando os deficientes físicos. Fui ler no Hoje de sábado, não havia uma linha sequer. Talvez deixaram para domingo. Também não. Há uma nova turma de Menegazzo na redação. O tijolaço do Aderbal foi tão forte, que Salazar abandonou a Câmara sem parentes e guarda-costas. E quase errando a porta de saída. Estava grogue. Sorte dele que eu vi tudo e escrevi.
segunda-feira, 8 de setembro de 2008
INTERVALO CHATO
Intervalo de Brasil e Chile. Fiquei fixo na tela. Lá vem o novo vídeo de Idalina. Maquiada, mais jovem, com um novo discurso. Pior. Veio o Renato, o "caricato". E como um é pouco, Paulo Mion, o skeitista. E depois o Salazar culpa o alternativo pelo fiasco em que se transformou a campanha dele. E os jingles mais bregas de todos os tempos. Que nível baixo de campanha. Tem que dar Edgar, sem esforçar. Queria ver um oficial de Justiça atrás das fitas dos programas eleitorais do Salazar. São um atentado à criatividade. E faltou o Ivan Taborda. Só que o Taborda é gaúcho. Não tem nada a ver com problema de paulista de grotão (Getulin). Não irão exibir cenas de Getulin num programa chinfrin? Já que me nivelaram com O Pasquim, revido com Getulin. Ah, se eles soubessem o que foi O Pasquim... Se sou Paulo Francis, Fausto Wolff ( duas perdas reparáveis) estou escrevendo relativamente bem. Wolff, morreu sábado. Não faz a mesma falta do Francis, mas faz, embora que não estivesse escrevendo para público externo.
A pesquisa publicada em O Paraná só me surpreende por não bater com o que eu esperava com relação ao Menin. Escrevi que ele estava em viés de alta e os números me desmentiram. Achei até que estivesse na frente do 11, incomodando o 12. Foi um erro que vem para o bem. O Edgar mantém a dianteira, ampliando sua margem de pontos com relação ao segundo colocado. São os programas eleitorais os responsáveis pela distância ainda maior. Os programas estão bem produzidos, as inserções avulsas durante a programação das rádios e tevês estão de ótimo nível, com uma gama diversa de assuntos, todos de interesse público. Bons jornalistas, bons locutores, com o candidato tendo no vice um homem que inspira confiança quando a saúde é o problema. Dr. Jadir conhece o assunto, lê no telepronter, que foi feito para ser usado, evitando frases entrecortadas e ditas sem muita convicção, o que tem sido frequente com Salazar, um candidato vacilante e cansado de tanto repetir coisas até banais, como a criação de uma grande orquestra para gerir os destinos da cidade. Eu acho que, se não houver algum fato novo que mexa com a campanha, de resto, inssossa, dificilmente este quadro irá se alterar. Penso mais, porém, como o blog tem muitos acessos, não acho ser aqui o local adequado para certas revelações. Não vou jogar contra o patrimônio. E não compre carne de frango temperada. Hoje, voltei ao supermercado onde comprei bactérias e alertei o gerente sobre o perigo de se colocar o item à disposição do consumidor. Me respondeu, que é o fornecedor que entrega o produto deste jeito. Em cidade onde não há Vigilância Sanitária fiscalizando, a gente mesmo tem que agir.
A pesquisa publicada em O Paraná só me surpreende por não bater com o que eu esperava com relação ao Menin. Escrevi que ele estava em viés de alta e os números me desmentiram. Achei até que estivesse na frente do 11, incomodando o 12. Foi um erro que vem para o bem. O Edgar mantém a dianteira, ampliando sua margem de pontos com relação ao segundo colocado. São os programas eleitorais os responsáveis pela distância ainda maior. Os programas estão bem produzidos, as inserções avulsas durante a programação das rádios e tevês estão de ótimo nível, com uma gama diversa de assuntos, todos de interesse público. Bons jornalistas, bons locutores, com o candidato tendo no vice um homem que inspira confiança quando a saúde é o problema. Dr. Jadir conhece o assunto, lê no telepronter, que foi feito para ser usado, evitando frases entrecortadas e ditas sem muita convicção, o que tem sido frequente com Salazar, um candidato vacilante e cansado de tanto repetir coisas até banais, como a criação de uma grande orquestra para gerir os destinos da cidade. Eu acho que, se não houver algum fato novo que mexa com a campanha, de resto, inssossa, dificilmente este quadro irá se alterar. Penso mais, porém, como o blog tem muitos acessos, não acho ser aqui o local adequado para certas revelações. Não vou jogar contra o patrimônio. E não compre carne de frango temperada. Hoje, voltei ao supermercado onde comprei bactérias e alertei o gerente sobre o perigo de se colocar o item à disposição do consumidor. Me respondeu, que é o fornecedor que entrega o produto deste jeito. Em cidade onde não há Vigilância Sanitária fiscalizando, a gente mesmo tem que agir.
sexta-feira, 5 de setembro de 2008
AS EGRÉGIAS IGREJAS
Ontem privamos vocês de nossos comentários e pontos de vista por causa de uma bactéria. Alojada num supermercado, levei-a para casa. Estava escondida numa cestinha de isopor amarela. Vomitei tudo que tinha direito. O Dr. Jadir me salvou. Me receitou uma injeção e um anbiótico liquido. 40 gotas 8 horas e meia depois da vacina. Me recuperei. Na Fármácia Popular, onde me dirigi antes de chegar no São Lucas, além de o remédio não existir, só com receita médica e CPF do interessado. Fico imaginando como é que fica um intoxicado que não tem amizade com o Jadir, carro para se locomover, com que cara ele abandonaria a " casa de saúde". O Dr. Lísias deveria saber como é que funciona o estabelecimento. Receita médica, só com remédios injetáveis, o que é aconselhável em qualquer rede farmácias. Mas documentos pessoais, já é demais.
O factóide do Salazar sobre o Código Tributário Municipal comporta diversos enfoques. Sendo que um deles, é a isenção de IPTU a padres, pastores e rabinos ( existem sinagogas aqui?). As igrejas beneficiadas têm dinheiro o suficiente para pagar o imposto. Quem não pode pagar é aquele contribuinte já beneficiado com legislação atualizada anualmente. Salazar, em vez de se defender das acusações contra ele, respaldadas em diversos processos, alguns em instância final, partiu para o ataque. Independente se houve ou não alteração em legislação aprovada pela Câmara em 2001 e sancionada pelo ex-prefeito Edgar Bueno, o aspecto mais deplorável é a isenção e não possíveis atos de supressão de artigos, como alega Barreiros. Além do exposto, a denúncia tem um caráter puramente eleitoreiro. Pegunta-se a Salazar: porque só agora, há um mês da eleição? Pano de fundo da polêmica, jogar os templos religiosos contra as candidatura de Aderbal Mello (PT) e Edgar Bueno (PDT). É um assunto de muita aridez técnica, que não massificará como a caso capivaras, por exemplo. Mas é uma tentativa de evitar a queda livre. Diante da denúncia, o vereador petista repetiu o que já vem dizendo sobre Salazar, desde que os dois se conhecem por adversários políticos: "Salazar é um mentiroso". O fato de a matéria suscitar interpretações diversas, pela sua tecnicalidade e falta de explicação convincente por parte do denunciante, acaba sobrando para a Câmara, onde está o principal cabo eleitoral de Cascavel: Júlio César Leme da Silva, o vereador que presidiu a CEI dos Tubos. Complicado, como se vê.
O factóide do Salazar sobre o Código Tributário Municipal comporta diversos enfoques. Sendo que um deles, é a isenção de IPTU a padres, pastores e rabinos ( existem sinagogas aqui?). As igrejas beneficiadas têm dinheiro o suficiente para pagar o imposto. Quem não pode pagar é aquele contribuinte já beneficiado com legislação atualizada anualmente. Salazar, em vez de se defender das acusações contra ele, respaldadas em diversos processos, alguns em instância final, partiu para o ataque. Independente se houve ou não alteração em legislação aprovada pela Câmara em 2001 e sancionada pelo ex-prefeito Edgar Bueno, o aspecto mais deplorável é a isenção e não possíveis atos de supressão de artigos, como alega Barreiros. Além do exposto, a denúncia tem um caráter puramente eleitoreiro. Pegunta-se a Salazar: porque só agora, há um mês da eleição? Pano de fundo da polêmica, jogar os templos religiosos contra as candidatura de Aderbal Mello (PT) e Edgar Bueno (PDT). É um assunto de muita aridez técnica, que não massificará como a caso capivaras, por exemplo. Mas é uma tentativa de evitar a queda livre. Diante da denúncia, o vereador petista repetiu o que já vem dizendo sobre Salazar, desde que os dois se conhecem por adversários políticos: "Salazar é um mentiroso". O fato de a matéria suscitar interpretações diversas, pela sua tecnicalidade e falta de explicação convincente por parte do denunciante, acaba sobrando para a Câmara, onde está o principal cabo eleitoral de Cascavel: Júlio César Leme da Silva, o vereador que presidiu a CEI dos Tubos. Complicado, como se vê.
quarta-feira, 3 de setembro de 2008
BINDÉ NELES!
Não sou notário nem líder comunitário. Nem por isso, vou omitir-me. Aviso aos que andam tentando me coagir, que estou pedindo votos ao meu candidato a prefeito. Num caixa de supermercado, entreguei santinho à Silvana, jovem casada, que residia em Nova Cantu (PR). " É primeira vez voto aqui. Vou pensar se voto nele". Eu poderia pegar as compras e sair. Porém, como me açularam, entrei na briga. Modéstia à parte, mas o que não me falta é credibilidade e um passado relativamente claro. Vou me somar à Oneida Casagrande, Adelino Ribeiro, e tantos outros que desejam o melhor para Cascavel. Na Fundação Iguaçu, dois operários, um do Tarumã, outro do Clarito, já haviam se decidido em favor do candidato que recebe meu apoio. " É este mesmo", comentou um deles, com as mãos calejadas. Oracildes Tavares, sindicalista, se revelou indeciso entre o candidato do PT e o da reeleição. Não acompanha os Democratas.
Se quiser, o candidato do PDT, partido que integra o governo federal, Ministério do Trabalho, poderá usar a imagem do presidente Lula em campanha. Quem trouxe Brizola a Cascavel, pode, perfeitamente, hospedar o presidente em sua casa ou em seus programas eleitorais. Vi propaganda do José Cavalcânti, numa veraneio de mais de 120 mil reais, nas proximidades do Marista. Só que sem o partido pelo qual o sogro do Beal concorre. Alguém deveria alertar o ex-tucano que não se faz assim. Ai vira chopim, aquele pássaro que usa o ninho dos outros para não chocar os ovos. Chocante, Cavalcânti...
Quem incursionou pela Codevel, rápido, ansioso, é Sérgio Ricardo, do Extra, semanário mantido pelo município desde o inicio desta gestão. Está tranquilo sobre quem será o futuro prefeito. Acha que não será desmamado. O preocupante vem agora. Soube que alguns secretários estariam salazarando, sem que o prefeito saiba. A Dione, em quem o ex-prefeito aposta suas fichas para fazer um vereador pelo PP, saiu da Ação Social para não jogar contra o patrimônio. Ano passado, o Marcos, que recebia informações privilegiadas do presidente da Câmara, apostou em seu jornal que a Associação Nova Aliança ( Ana) seria do prefeito e da Dione. Não fui eu quem falou, foi o Marcos, o mais bem informado. Formiguieri acaba de ser multado pela Justiça Eleitoral em R$ 53 000. Um de seus articulistas, no entender da Justiça, incorreu, novamente, em violação da lei eleitoral. Como já havia sido advertido, foi punido.
A foto de Salazar, Walter e Paulo Mion, publicada em jornal, é uma das melhores das últimas que temos visto, exceto algumas de colunas sociais. Só que o sorriso que Salazar exibiu, logo que o PMDB caiu na esparrela de apoiá-lo, sumiu de seu rosto encarquilhado. Anda tenso, mais sisudo que o habitual. Sintomas dos números da nova pesquisa que vem ai. Eu, que faço minhas próprias sondagens, pois independo do DataSonda, do César, posso lhes assegurar que nada está decidido. O máximo que posso recomendar a todos, sem distinção, é trabalho e mais trabalho. Não ter medo de encarar o eleitor. É o que tenho feito nas últimas semanas. Já consegui tirar indeciso da indecisão e abrir os olhos de quem estava de olho vendado. Não tenho dinheiro, mas tenho algo que está escasso: probidade. E esta arma que vou usar para triunfar. Com os amigos que eu possuía, não precisava de inimigos.
Quem esteve ontem à tarde no calçadão, lustrando as botas de cano curto e apertando mãos, é Arnaldo Curioni, do PTB. Sobre os últimos dias de Salazar, na prefeitura, nada quis comentar. Porém, recordou do que deixou nas finanças, a sete meses do fim do mandato, mais de 9 milhões de reais. Salazar gastou tudo, antes de passar o cargo ao sucessor. Só em tubos, em dezembro, foi uma fortuna. Quem sabe mais, é o vereador Júlio César (PMDB), presidente da Comissão Especial de Inquérito, que investigou o escândalo.
Finalmente, o mais importante, para quem deseja saber por que os desmandos de Salazar não massificaram como os de Tolentino, ai vai a mais plausível das explicações. Quando o povo soube de uma prisão, de desvios de cheques no IPMC, tubos, capivaras, mataram um deputado na Mato Grosso. Não se falou mais em escândalo, desde então. Até hoje querem saber que matou o Tiago. É isso.
Se quiser, o candidato do PDT, partido que integra o governo federal, Ministério do Trabalho, poderá usar a imagem do presidente Lula em campanha. Quem trouxe Brizola a Cascavel, pode, perfeitamente, hospedar o presidente em sua casa ou em seus programas eleitorais. Vi propaganda do José Cavalcânti, numa veraneio de mais de 120 mil reais, nas proximidades do Marista. Só que sem o partido pelo qual o sogro do Beal concorre. Alguém deveria alertar o ex-tucano que não se faz assim. Ai vira chopim, aquele pássaro que usa o ninho dos outros para não chocar os ovos. Chocante, Cavalcânti...
Quem incursionou pela Codevel, rápido, ansioso, é Sérgio Ricardo, do Extra, semanário mantido pelo município desde o inicio desta gestão. Está tranquilo sobre quem será o futuro prefeito. Acha que não será desmamado. O preocupante vem agora. Soube que alguns secretários estariam salazarando, sem que o prefeito saiba. A Dione, em quem o ex-prefeito aposta suas fichas para fazer um vereador pelo PP, saiu da Ação Social para não jogar contra o patrimônio. Ano passado, o Marcos, que recebia informações privilegiadas do presidente da Câmara, apostou em seu jornal que a Associação Nova Aliança ( Ana) seria do prefeito e da Dione. Não fui eu quem falou, foi o Marcos, o mais bem informado. Formiguieri acaba de ser multado pela Justiça Eleitoral em R$ 53 000. Um de seus articulistas, no entender da Justiça, incorreu, novamente, em violação da lei eleitoral. Como já havia sido advertido, foi punido.
A foto de Salazar, Walter e Paulo Mion, publicada em jornal, é uma das melhores das últimas que temos visto, exceto algumas de colunas sociais. Só que o sorriso que Salazar exibiu, logo que o PMDB caiu na esparrela de apoiá-lo, sumiu de seu rosto encarquilhado. Anda tenso, mais sisudo que o habitual. Sintomas dos números da nova pesquisa que vem ai. Eu, que faço minhas próprias sondagens, pois independo do DataSonda, do César, posso lhes assegurar que nada está decidido. O máximo que posso recomendar a todos, sem distinção, é trabalho e mais trabalho. Não ter medo de encarar o eleitor. É o que tenho feito nas últimas semanas. Já consegui tirar indeciso da indecisão e abrir os olhos de quem estava de olho vendado. Não tenho dinheiro, mas tenho algo que está escasso: probidade. E esta arma que vou usar para triunfar. Com os amigos que eu possuía, não precisava de inimigos.
Quem esteve ontem à tarde no calçadão, lustrando as botas de cano curto e apertando mãos, é Arnaldo Curioni, do PTB. Sobre os últimos dias de Salazar, na prefeitura, nada quis comentar. Porém, recordou do que deixou nas finanças, a sete meses do fim do mandato, mais de 9 milhões de reais. Salazar gastou tudo, antes de passar o cargo ao sucessor. Só em tubos, em dezembro, foi uma fortuna. Quem sabe mais, é o vereador Júlio César (PMDB), presidente da Comissão Especial de Inquérito, que investigou o escândalo.
Finalmente, o mais importante, para quem deseja saber por que os desmandos de Salazar não massificaram como os de Tolentino, ai vai a mais plausível das explicações. Quando o povo soube de uma prisão, de desvios de cheques no IPMC, tubos, capivaras, mataram um deputado na Mato Grosso. Não se falou mais em escândalo, desde então. Até hoje querem saber que matou o Tiago. É isso.
terça-feira, 2 de setembro de 2008
A BOMBA ERA SÓ UM SONHO
A bomba que o ainda vereador Mário Seibert (PTC) iria detonar na sessão de
hoje, foi desativada. O máximo que o legislador liberou foi um " não sou vendedor de sonhos", se referindo a platéia de moradores de bairros da região norte, que, convidados pelo prefeito no debate passado, aceitaram o convite oficial e foram até a Câmara acompanhar a votação do projeto aprovado pela totalidade dos edis (l4). Vão aplicar asfalto e anti-pó em diversas ruas com os 2 milhões de reais que o Dr. Lísias arrumou com a Caixa Econômica Federal, depois que a folha de pagamento do funcionalismo saiu de um banco privado e foi para a estatal conhecida pela sigla CEF. Acompanhei os instantes finais da sessão, onde os candidatos procuraram se esmerar diante dos eleitores presentes ( cerca de 40). Dalmina e Aderbal foram os mais falantes, seguidos de Júlio César e Fernandes Dias Lima. O líder do prefeito, Alcebíades Pereira (PSC) arrancou aplausos, que foram tolerados pela mesa, além do Seibert, que, pode a qualquer momento ser substituído port Egidia Covatti, cuja idade ninguém especula, por são ser candidata a prefeita. Mas deve estar muito perto da idade de Idalina e Salazar. Somando as três idades, dá uns 210 anos. Para entender a expressão de mercador do Seibert haveria necessidade de explicar o teor de uma emenda ao projeto original, de autoria do Aderbal, que, quando não cria leis, emenda a dos outros. Mas um vendedor de doces que acompanhava a sessão, falou ao irmão de Mário: " Se o Mário não vende sonhos, que me compre pelo menos um pé-de-moleque".
No capô traseiro do Fiat de Robson Macanhão, filho do incansável Armando, um adesivo de Edgar Bueno. Em cima, no vidro, Léo Mion. O " Carioca Capixaba", ex-chefe de gabinete do Júlio, aponta com o indicador da mão direita e exige explicação ao filho de Armando, uma vez que Léo anda pedindo votos para Salazar Barreiros e Robson é seu cabo eleitoral. Robson se explicou, mas não convenceu de todo. O tio de Léo, Paulo Roberto, teria gravado apoio a Salazar para ser veiculado na televisão. E teria viajado, o que não é verdade, pois vi-o à tarde, fumando, defronte ao cartório. " Paulinho" anda ameaçando salazarar há tempos. Nas duas últimas eleições, as candidaturas que apoiou, venceram. Edgar em 2000 e Lisias Tomé 4 anos depois. Mas o notário não tem sido muito hábil na condução do pós-vitória. Com Edgar foi secretário de Esportes. Com Lísias tentou ser chefe de Gabinete. Havia um Cléverson Thomé no caminho.
Quem aderiu à candidatura de Edgar, é Eduardo Marassi. Já pode ser encontrado no comitê do PDT na Rio de Janeiro. Integrante da ala do ex-prefeito Jacy Scanagatta, andava na turma da marola, ao lado de Sérgio Terres. É possível que os últimos números das pesquisas sobre intenção de voto, tenham feito com que a dupla descesse do muro. Edu é marido de Virginia, que já foi primeira-dama interina na segunda gestão de Salazar, quando o vice assumiu a chefia do Executivo para o titular viajar, sem requerer diárias na volta. E é a pessoa mais isenta para comentar os 8 anos de Idalina à Frente do Programa do Voluntariado Paranaense (Provopar). Salazar é suspeito quando elogia a esposa. Por citar Idalina, já que me citaram segunda-feira, o que ela andou dizendo na televisão não repercutiu bem. Tanto seu visual como o que disse tem recebido comentários nada favoráveis junto ao eleitorado. Falta um Tadeu nisso tudo.
E o Aderbal continua fazendo propaganda do Professor do PSOL, o Ivanildo. Nos minutos finais da sessão, quando se discutia se a emenda seria ou não aprovada, falou duas vezes, em alto volume, " está claro!". Para quem acusou o candidato de estar agenciado para bater no PT, um claro sinal de reconciliação. É isso. Mais, não estou em condições de criar. Foi o que vi e ouvi nas últimas horas.
hoje, foi desativada. O máximo que o legislador liberou foi um " não sou vendedor de sonhos", se referindo a platéia de moradores de bairros da região norte, que, convidados pelo prefeito no debate passado, aceitaram o convite oficial e foram até a Câmara acompanhar a votação do projeto aprovado pela totalidade dos edis (l4). Vão aplicar asfalto e anti-pó em diversas ruas com os 2 milhões de reais que o Dr. Lísias arrumou com a Caixa Econômica Federal, depois que a folha de pagamento do funcionalismo saiu de um banco privado e foi para a estatal conhecida pela sigla CEF. Acompanhei os instantes finais da sessão, onde os candidatos procuraram se esmerar diante dos eleitores presentes ( cerca de 40). Dalmina e Aderbal foram os mais falantes, seguidos de Júlio César e Fernandes Dias Lima. O líder do prefeito, Alcebíades Pereira (PSC) arrancou aplausos, que foram tolerados pela mesa, além do Seibert, que, pode a qualquer momento ser substituído port Egidia Covatti, cuja idade ninguém especula, por são ser candidata a prefeita. Mas deve estar muito perto da idade de Idalina e Salazar. Somando as três idades, dá uns 210 anos. Para entender a expressão de mercador do Seibert haveria necessidade de explicar o teor de uma emenda ao projeto original, de autoria do Aderbal, que, quando não cria leis, emenda a dos outros. Mas um vendedor de doces que acompanhava a sessão, falou ao irmão de Mário: " Se o Mário não vende sonhos, que me compre pelo menos um pé-de-moleque".
No capô traseiro do Fiat de Robson Macanhão, filho do incansável Armando, um adesivo de Edgar Bueno. Em cima, no vidro, Léo Mion. O " Carioca Capixaba", ex-chefe de gabinete do Júlio, aponta com o indicador da mão direita e exige explicação ao filho de Armando, uma vez que Léo anda pedindo votos para Salazar Barreiros e Robson é seu cabo eleitoral. Robson se explicou, mas não convenceu de todo. O tio de Léo, Paulo Roberto, teria gravado apoio a Salazar para ser veiculado na televisão. E teria viajado, o que não é verdade, pois vi-o à tarde, fumando, defronte ao cartório. " Paulinho" anda ameaçando salazarar há tempos. Nas duas últimas eleições, as candidaturas que apoiou, venceram. Edgar em 2000 e Lisias Tomé 4 anos depois. Mas o notário não tem sido muito hábil na condução do pós-vitória. Com Edgar foi secretário de Esportes. Com Lísias tentou ser chefe de Gabinete. Havia um Cléverson Thomé no caminho.
Quem aderiu à candidatura de Edgar, é Eduardo Marassi. Já pode ser encontrado no comitê do PDT na Rio de Janeiro. Integrante da ala do ex-prefeito Jacy Scanagatta, andava na turma da marola, ao lado de Sérgio Terres. É possível que os últimos números das pesquisas sobre intenção de voto, tenham feito com que a dupla descesse do muro. Edu é marido de Virginia, que já foi primeira-dama interina na segunda gestão de Salazar, quando o vice assumiu a chefia do Executivo para o titular viajar, sem requerer diárias na volta. E é a pessoa mais isenta para comentar os 8 anos de Idalina à Frente do Programa do Voluntariado Paranaense (Provopar). Salazar é suspeito quando elogia a esposa. Por citar Idalina, já que me citaram segunda-feira, o que ela andou dizendo na televisão não repercutiu bem. Tanto seu visual como o que disse tem recebido comentários nada favoráveis junto ao eleitorado. Falta um Tadeu nisso tudo.
E o Aderbal continua fazendo propaganda do Professor do PSOL, o Ivanildo. Nos minutos finais da sessão, quando se discutia se a emenda seria ou não aprovada, falou duas vezes, em alto volume, " está claro!". Para quem acusou o candidato de estar agenciado para bater no PT, um claro sinal de reconciliação. É isso. Mais, não estou em condições de criar. Foi o que vi e ouvi nas últimas horas.
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