Entre portais, navego. O da Transparência e o da churrascaria. O primeiro não explicita as contas da ACESC, por exemplo, onde procurei os gastos do Léo Crisântemo Rigon com a floricultura do pai do secretário de Administração, tudo sem os nomes dos personagens, contrariando manuais e as aulas de jornalismo. Se eu não frequentei faculdade, me limito a passar por perto da Univel, uma vez por semana, e da Unioeste, todos os dias, tenho que cometer falhas que possam dar aos detratores o que eles mais querem quando me acessam: erros. A Churracaria Portal oferece almoço, neste sábado, ao governador Orlando Pessutti,que recebeu meu voto em 2006, colado ao Requião que o esnobou pelo Hermas mas que teve desesnobá-lo ( li João Guimarães Rosa) depois que o diretório tucano nacional desfez a aliança e devolveu Pessutti ao colo hirto de Roberto. Chega de solenidade solene seca. Na ACIC, só havia o Salgado (AMIC) na assinatura do contrato superfaturado de 10 milhões de reais, em 22 de fevereiro. Na posse do Renato (Cohavel) nem água havia no saguão lotado. Se na churrascaria não houver rega para molhar os bofes, será seca brava.
Paulo Bernardo diz que só fala com Requião, nos autos. Disse-o hoje, na Estância Colorada, CTG reduto dos gorilas do agronegócio. Quarta-feira, se o Lula chamá-lo às falas, engole a frase e sobe nos palanques da coligação que Osmar Dias demorou para viabilizar, permitindo ao PSDB a captura do PP na proporcional, com palanque a Ricardo Barros, ao Senado. Antes do feriado, o presidente dos 76% de aceitação, quer o palanque para Dilma montado. E que não seja igual àquele do Requião, que desabou, em Paissandu, em outubro, não suportando o peso da língua do ex-governador. Reservadamente, Lula tem dito que acertar a aliança do PT no Paraná, tem lhe sido mais complicado que resolver o impasse do Irã com Israel e o maldito império que insiste na arrogância, a despeito de 11 de Setembro e de 15 de novembro de 2008. Sobre o ministro do Planejamento, depois de assinar papéis que facilitam a aposentadoria de trabalhadores rurais, se dirigiu a Santa Tereza do Oeste, e depositou flores no túmulo do Jagunço Conhecido, Júlio Telles de Moura,o Julinho, assassinado nas proximidades do CTG, em l6 de novembro de l981, por saber muito sobre o caso Heleno.
Os críticos de Edgar Bueno, na Câmara, terminam mal o mês de maio. Otto Reis foi desmascarado pelo Blog flagrado copiando legislação vigente. E Júlio César (sem leme) da Silva foi acusado de tentar sabotar o convênio de 14 milhões de reais que vai deixar os empreiteiros mais ricos e os moradores de bairros pobres, mais pobres. O Neves, por exemplo, cortador de grama da casa que eu acho ser minha, vendeu o Passat para pagar a Taxa de Contribuição de Melhoria.
Se eu fosse chargista já teria desenhado o Edgar num açude de pesque e pague. Sentado à beira do córrego, de caniço, chapéu de palha enfiado, observava o cardume de traíras que o Júlio criou no gabinete na Câmara. Um dos peixes ( Alécio Espíndola) morde a isca, fisgado é, içado foi, com o pescador jogando a primeira presa no bornal a tiracolo. Renova a isca e devolve o anzol ao leito turvo. Um Macanhão se aproxima da armadilha. Tchan, tchaaan, tchaaaaan...
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