terça-feira, 25 de maio de 2010
BLOG NÃO TEM QUE SER DIÁRIO NECESSARIAMENTE
Se a Câmara é semanal, porque que eu teria que ser diário? Com esse mantra orquestrando os neurônios, os lobos, decidi, mesmo indeciso igual ao Osmar, reabrir o blog. O último ibope do Datafolha ( frase de defeito) exumou a mesma pauta de 2006 quando Alckmin era Serra e Lula Dilma. Bandeirantes e Globo combinaram a pauta. Nas duas redes a precariedade da malha rodoviária federal. Com imagens, pois TV não é rádio, que não mostra nada, por isso perde audiência, de estradas repletas de buracos, produziram reportagens que serão reaproveitadas por Serra depois da Copa. No Maranhão, o clã Sarney promove marola com o PT que interessa à mídia tucana. Foi destaque nos telejornais de hoje, e nos impressos de amanhã, quarta. Aqui, na curva, anuncia-se uma pesquisa encomendada a um instituto que nem Datasonda é, contendo a preferência do eleitorado local, o mais politizado do Paraná ( ah, é, é?) aos cargos que estarão em jogo em outubro. É a rádio que se troca por dinheiro oriundo de obras públicas. Asfalto, principalmente. Logo, tem mugido na tela: hummmm...É pesquisa séria. Tão séria como aqueles debates de 2008 em que apenas o microfone do deputado Edgar Bueno apresentava defeitos. Já na Câmara, Paulo Gorski e Silvio, que não é Gonçalves, são as atrações desta terça. Convocados pelo Bispo Cabeleireiro explicarão, e não serão aparteados, remanejamentos orçamentários depois de convênio assinado com a agência Paraná Urabano ( l4 milhões de reais) e mais a contra-partida municipal de três milhões.( O Júlio tentou melar, mas foi voz vencida.) É esta parte que os engenheiros explicarão. Paulo Gorski comprou o diploma na Unipar, onde o curso é pago. Uma pergunta à Uoppecan. Um vendedor de materiais de construção quer saber porque é discriminado toda vez que o hospital que combate câncer licita suas compras. Seria o menor preço que alija o desgostoso ou é direcionamento de licitação seguida de concorrência? Talvez amanhã eu retorne comentando a possível desapropriação de uma área de l7 lotes do Nelson Padovani pelo município, com fins filantrópicos. Se não for pilantrópicos, já estará de bom tamanho. Padovani não elegeu o filho só para ele legislar, atropelando a Constituição. E se pagar o Ramiro, estará expiando uma parte de seus pecados.
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