quarta-feira, 15 de julho de 2009

O GRÊMIO NA LIBERTADORES

Ledo engano supor que o Grêmio está alijado da Libertadores. Além do zagueiro Schiavi, Alejandro Sabella (treinador do Estudiantes) passou ( e passeou) pelo Olímpico, sem deixar saudades, é bom acrescentar. O da zaga jogou há dois anos, inclusive cometendo um pênalti, contra o Boca, que, o Palermo, gentilmente, chutou para fora, evitando a repetição em Porto Alegre do escorer de Buenos Aires, La Bombonera, ( 3 a zero). Em La Bombonera, o tricolor levou um chocolate. Em Porto, dois a zero para não se meter a time competitivo fora de seu estado. Sabella, durante a guerra em La Plata, em l983, conduziu a mais fantástica reação de um time recionário. O jogo estava três a um para os gaúchos, os argentinos reduzidos a oito jogadores ( três expulsões) e nem o mais pessimista adepto tricolor, recuperando clichê de Mário Morais ( Bandeirantes, Tupy, Gaúcha) apostaria sequer no empate. Mas o Grêmio, encurralado, recuou e, mesmo com 11 contra 8, e 3 x 1 no marcador, permitiu o empate de 3 a 3. Sabellla acabou em Porto Alegre, quando Rubens Minelli foi gremista, em l985, mas não brilhou como em La Plata. " Não marcava", me disse Caio Jr. que era do elenco da época. Quem tinha um quadrado formado por China, Bonamigo, Osvaldo e Valdo, tinha mais que transformar o craque argentino em bancário. É a linguiça esportiva do dia, para fugir à pecha de cronista de miudezas medíocres produzidas em Cascav el (PR). Se der Estudiantes, o Grêmio também será campeão. Tchau e vamos torcer pelos argentinos.

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