sexta-feira, 20 de agosto de 2010

GOSTEI DO CANTO DO QUERO-QUERO DO PSOL, NO RÁDIO

Não gosto de furar . Também não tenho inclinação sadomasoquista de ser furado. Depois do furo da BP, acho que ninguém mais faz outra perfuração igual àquela no Golfo do México. O orifíco na web envolve dois advogados, 5 tiros, vários tiras, civis e militares, uma Land Rover, uma noiva, um sábado à noite, um fim-de-semana, com hífen, e muita dificuldade em extorquir os detalhes na delegacia da Polícia Judiciária, a despeito do bom trânsito que por lá desfruto, fruto do relacionamento amistoso e decoroso com o titular da Décima-Quinta, Amadeu Trevisan. Vamos aos fatos. Segundo o escrivão Reinaldo Bernardin, de idade presumida ( 60 anos) Dal Pizzol - Gustavo Dal Pizzol, 28, advogado, estava em seu apartamento, no condomínio situado sob o número 1785, da Minas Gerais, sábado à noite ( não soube declinar a hora exata) quando alguém efetuou vários tiros numa camionete desocupada e estacionada no meio-fio. Alguém passou e atirou. Desceu do carro e atirou em todas as direções, crivando de estanho a Land Rover. Um dos PMs que atendeu a ocorrência, disse que acha que o atirador usou um revólver calibre 38 pelo fato de que não havia no asfalto cápsulas deflagaradas por pistola. ( A utilitária não é do Silvinho Pereira - caco meu, já que o Barcellos vem ai). Estima o soldado que 5 tiros foram efetuados. Uma testemunha acha que pode ter sido o advogado Hélio Hideria o autor do atentado contra a Land Rover. O motivo teria sido um diálogo telefônico entre Dal Pizzol e uma garota que seria noiva ou namorada de Hélio. Até ontem à tarde, quando tentei acessar o inquérito, que estava sobre a mesa de um escrivão, que não deixou eu manusear os autos iniciais, nenhuma testemunha havia sido ouvida. Presumo, pelo que me disse a delegada-adjunta, Paula Marftins, que a vítima já deve ter sido ouvida, até pelo BO registrado por ela. Não acho razoável alguém ter um prejuízo moral e material desta envergadura, sem tomar as providências legais cabíveis. Era isso, pessoal, exercitando meu lado repórter, pois nem só de elucubração vive um blogueiro. Às vezes, dependendo do assunto, saio do sério e caio na galhofa. Moacir Vozniak, ex-diretor da Cohavel, comentou o caso, reverberando a mesma versão ouvida nas entranhas da repressão civil. O último caso briguento, envolvendo advogados, ocorreu em 8 de dezembro de 2002. Não houve tiros. Apenas uma tentativa de acessar o Copas-Verdes, seguida de prisão em flagrante e lavratura de Termo Circunstanciado. Respondia pela Procuradoria Juridica da Prefeitura.

Olha o tamanho do nariz do Beto. Prometeu disponibilizar um helicóptero para buscar pacientes no interior, quando o caso for grave e não existir leitos nos hospitais-públicos. Já o Paranhos, promete o Vale-Vida. O paciente será transferido para um hospital particular se o internamento no HU não for possível . Espero que não encaminhe ao Lima. O Paranhos vai receber meu cartão vermelho, dia 3 de outubro. Inexoravelmente.

A frente fria que chegou ao Rio Grande, não irá nos beneficiar. Uma massa de ar, estacionada na atmosfera, impede. Asssim sendo, segundo a Meterorologia, mais crível que o Beto e o Paranhos, em termos de frente fria podemos nos refestelar com a do Beto e a do Osmar. Eu trocaria as cabeças das coligações. O Beto com as esquerdas, como foi o pai dele, e o Osmar, com os ruralistas do DEM.

Marina Silva não quis comentar as imagens de Lula no programa de TV do Serra. Eu sei o motivo. O Verdão, de Escolari, jogava, naquele momento, contra o Vitória. Quem é PV, é Palmeiras.

No Paraná, não se tripudia com Arruda como em Brasília (DF). A Lúcia, irmã do Requião, em desgraça no Provopar, chamou Orlando de mau-caráter. Pessuti, disse ela, impediu a licitação de uma obra que ajudaria 7 000 crianças, através do Programa do Voluntariado Paranaense. Eu vou me repetir. Pessuti é o Mário Pereira piorado do Requião. Mas não é só Requião que se prejudica com esse tiroteio semanal. Respinga no Osmar, na Gleici, em todo o mundo. Menos no Quero-Quero do programa de rádio do PSOL. Um das boas coisas da campanha. Abraço.

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