terça-feira, 20 de abril de 2010

GREENPEACE JOGA ESTERCO NA ANEEL

359 postagens, é o recorde de blogs que atingimos nesta véspera de feriado, véspera do Dia dos Feridos. Um terrorista desempregado, tentando me indispor ainda mais com aselites locais ( não seria azelites?) sugeriu a transformação em livro toda essa porralouquice. É uma ideia. Aliás, tudo é ideia. Resta saber se factível. Antes de uma pesquisa, é cautelar não se endividar com gráfica, supondo que há público que suportaria mais uma aventura livresca. Salazar disse que não se mete em aventuras. Na última delas, ficou em segundo lugar, no rankings dos mais bem votados a prefeito. Sei lá que lugar ocupo com os livrinhos que coloquei no mercado. Se não for o último, já me darei por feliz. O primeiro, sumiu da biblioteca. O segundo, tem um sobrevivente. Ou alguém gostou e roubou, ou tiraram das prateleiras, em benefício de obras mais bem escritas. Vamos ao que interessa: neste momento,em que o blog vai tomando forma de blog, dois consórcios disputam o direito de construir a hidrelétrica de Belo Monte, no Brasil, estado do pará, nas águas do Rio Xingu. Até o meio-dia, uma liminar pedida pelo MP do Pará, suspendia o leilão. Depois deste horário, um juiz que está se aposentando ( não anotei o nome dele, pois não tenho diploma liberado pela Univel) cassou a liminar a pedido do governo federal brasileiro, permitindo a licitação ao preço de 83 megawáts a hora de energia gerada ( seriam 6 bilhões, em reais valorizados?). O principal, não é o leilão, nem a liminar cassada. A montanha de esterco ( 3 toneladas) que o indiscreto Greenpeace espalhou na calçada frontal à ANEEL ( Agência Nacional de Energia Elétrica) em Brasília, ganha mais destaque do que a o projeto megalomaníaco em si. Para os verdes do Green, se o governo de Lula optasse por energia eólica obtida pelo aproveitamento de vento através de turbinas movidas por hélices em postes, semelhantes àquelas contra as quais Dom Quixote investe quixotesco naquel dantesco romance escrito por Cervantes, portanto mais cervantesco do que dantesco, o meio ambiente do Pará agradeceria. Além desta fonte, poderíamos importar carvão da Colômbia para alimentar as termelétricas. Além disso, usina nuclear produz energia limpa. E o Irã está sendo apoiado pelo Brasil em seus esforços de enriquecer urânio para fins energéticos e pacíficos. Além disso, há o exemplo paranaese da usina de Itaipu, concluida em l982, em meio a virulentos e individuais protestos de um único rebelde ecológico, o professor secundarista e jornalista diletante Juvêncio Mazzarollo, autor da monografia A Taipa da Injustiça, que contribui para a prisão dele, sendo transferido de Foz do Iguaçu, nos anos 80 para Curitiba, onde ficou preso numa unidade do Corpo de Bombeiros por doze meses. O lago de Itaipu deixou unidades municipais submersas, florestas foram extintas e uma fauna diversificada ou foi extinta ou vive em zoológicos nada lógicos ecologicamente falando, nas cercanias da hidrelétrica que permite ao Brasil espoliar o vizinho Paraguai pagando um preço insignificante pelo excedente energético que o Paraguai vende por não ser uma nação aspirante ao posto de quinta economia mundial dentro de dez anos. Além disso, para o turismo regional, a usina cobriu As sete Quedas do Iguaçú, condenando a cidade parananese de Guaíra a mendigar recursos estaduais e federais. A situação do desempregado causada pelo fim do atrativo natural é de tal forma dramática, a ponto de pistoleiro sair da cidade para assassinar um deputado estadual em Cascavel, tangido pelas circunstâncias. O lago da hidrelétrica mudou o clima da região. O calor é forte no verão e o inverno é rigoroso quando é frio. E na primavera, as poucas árvores existentes, se enchem de flores. Em outubro de 2009, ventos de mais de 100 Km por hora, castigaram Cascavel, trazendo benefícios aos proprietários de casas que têm FGTS bloqueados na Caixa Econômica Federal. Tudo graças ao prefeito Edgar Bueno, que, se não conseguiu deter os ventos com a Defesa Civil, conseguiu sensibilizar o Conselho Currador ( de curra) da CEF que aceitou liberar até 4,6 mil reais por cada ( cacófato) morador supostamente atingido pelo vento, filho do lago da hidrelétrica, irmã xifópoga da futura similar Belo Monte. Marins Belo Monte seria um nome mais lógico. Abraço, que vou à Câmara ver que cor têm as penas da pomba que o da Tropical promete liberar na tarde de hoje ( 20).

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