Quem não tem vergonha de bairro pobre, que deseja ítens da cesta básica gorda, que esteja disposto a evitar o retorno triunfal da inflação, que foge igual dragão de juros elevados, deve se dirigir a pé, de carro, de ônibus, de avião, se for catador de papel, ao Jardim Nova Itália. Na Frutaria Nápolis, há tubérculo ofertado a R$ O, 99 o quilo. Abro o blog falando abóbrinha, minha especialidade, embora que a leguminosa não esteja à venda. Batatinha é que se encontra neste endereço, pelo preço que ofereço. É de boa qualidade, melhor que a similar da Tarobá (Oziel) cujo preço salarial está muito acima da qualidade laborial. Na rede dos grandes varejistas, a batata, que um dia foi jogada ao lixo, em Guarapuava, está cartelizada em 2,89 reais. O Copom não combate a cartelização de preços. Nem mesmo o Procon. Errei de sigla e não nego. Numa noite destas, o William Wack, da Globo, também trocou Copom por Procon e nem por isso o Sanderberg saiu do estúdio para rir fora do ar.
De batata, mudo para Gleisi Hoffmann, a Bárbie Maravilha do Paraná. Que força tem a mulher do Paulo Bernardo!! Desde o susto aplicado em Álvaro Dias ao Senado em 2008,que o nome dela frequenta a lista de bons de voto. Mesmo com a derrota para o Beto, em 2008, à prefeitura da capital, o poder das urnas continua a amedrontar quem já rugiu e hoje mia. Por ela, Requião exumou suposto encontro com Paulo Bernardo que teria proposto ao ex-governador um contrato superfaturado que seria assinado entre Estado e União, envolvendo um ramal da Ferroeste. A proposta seria de 2005 e denúncia da tratativa só veio a lume em 2010, dando respaldo a minha tese de (a)mestrado de meu curso de comunicação autoditada que exige monografia e não mamografia, recordando de um momento do Aderbal, enquanto vereador. A Gleisi tira o sono do Osmar. O senador diz que só disputará a eleição para o governo se ela for a sua vice. É deixar a bola dela tão cheia aponto de estourar. De repente, a ficha cai e eis que o PT sai de candidata própria e não mais de candidato impróprio. A leitura do senador da biografia da descendente de alemães é a de ela é forte em Curitiba. Perdeu pro Beto, mas o Richinha é o novo Jaime Lerner do Paraná ( mui amigo que sou do filho do Richa). Foi o melhor prefeito de Curitiba ( só tinha ele no cargo) assim como Jaime, que virou uma eleição em l5 dias, excluindo os irmãos Alvaro e Osmar que apoiavam o Maurício Fruet. A Gleisi, pela visão do Osmar, catalisa votos em Curitiba e ele ganha do Beto no interior, onde todos os pedetistas já trabalham incansáveis em torno de seu projeto, inclusive o prefeito Edgar Bueno, mesmo com o Alfredo Kaefer sendo sócio dele na prefeitura. Eu nunca vi num estado machista como o Paraná, uma mulher dividir todas as discussões que a política proporciona. E olha que ela não tem lá uma biografia que a identifique com a esquerda, mesmo do tipo light, que manda Rio de Janeiro(RJ) no setor energético. Nem os clássicos Gleisi leu. Admite ter lido um livro do Barack Obama. O único clássico que deve ter visto, é o Atletiba. Só Requião e Alvaro leram Gramsci, por exemplo. O primeiro não assimilou e o segundo não entendeu. Requião pirou. É isso. Um abraço. E se a Gleisi não sair de vice do Osmar, renuncio ao blog. Não sirvo para coadjuvante.
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