Pânico no terminal. Depois que Dilma chamou o Serra de "biruta de aeroporto", a ventania de mais de 100 KM/hora, atingindo a torre de controle e as instalações que protegem os que voam em Cascavel, os tucanos queriam saber se o presidenciável havia sido atingido pelos ventos ( Serra esteve em Cascavel no Show Rural e teria gostado da cidade, podendo retornar). Aos que ficaram sem voo, uma dica do blog. Bem pertinho dali, há um sítio que foi de um deputado morto em 2001. Em l998, ele comprou o imóvel por cem mil reais que lhe foram ofertados ( e aceitos) pelo Sperafico, de Toledo, do PP, desde que o traidor esquecesse um outro postulante a uma vaga na Câmara Federal, um certo Renato Silva. No programa de TV de 2000, disputa pela prefeitura, o parlamentar que comprara o sítio, se exibiu assando churrasco, lembrando de suas qualidades de garçom, em Assis Chateubriand. Mesmo que o personagem tenha sido morto e o sítio vendido pelos familiares que ficaram com o espólio da vítima, é um lugar aprazível se comparado com o saguão do aeroporto, que, quando Caetano Bernardini era vereador e o Jacy prefeito, o Sefrin, o meu mestre inesquecível, chamava o legislador de Caetano Aeroporto Bernardini. Por quê, sr. blogueiro? Ora, por quê...Simplesmente porque o líder do prefeito na Câmara dizia amém a tudo que o então alcaide solicitava aos 9 vereares da Época, da Veja e da IstoÉ.
Alfredo Kaefer requentado, pinçado da Gazeta do Povo, que chupou a matéria da Folha de São Paulo. Toda vez que um membro de "nossa" bancada federal surge num jornalão, é no papel de vilão. Os sócios dos mandatos, idem ( vide Assis). O jornalão que aderiu a campanha do Serra, e agora descaradamente, via Datafolha, em conluio com a Rede Globo e Editora Basil (Veja) publicou na edição de segunda-feira, página 4, primeiro caderno, o que o jornal de Curitiba resumiu acrescentando(?) no dia seguinte, terça: " A Polícia Federal e a Controladoria-Geral da União estão investigando um esquema que envolve milhões de reais do Ministério do Turismo repassados a ONGs por meio de emendas de deputados federais. De acordo com reportagem do jornal Folha de São Paulo de ontem( segunda-feira) a fraude tem semelhanças com a máfia dos sanguesssugas que superfaturava ambulâncias adquiridas com dinheiro de emendas de deputados. No caso atual, ONGs que não têm experiência com turismo, recebem dinheiro público para eventos festivos. de acordo com a Folha de São Paulo, entre as 50 organizações que mais receberam recursos para organizar eventos entre 2007 e 2009, 26 têm relação direta com partidos e políticos. Entre os deputados envolvidos está o parananese Alfredo Kaefer (PSDB) , que beneficiou por meio de emendas o Instituto de Desenvolvimento da Organização Nacional de Excelência Administrativa com o pacote de 53 milhões de reais. De acordo com a reportagem, a ONG tem ligação com Eduardo Antelmo que administra o site de Kaefer e surge como o responsável pela página de Beto Richa na internet. O pré-candidato tucano ao governo do Paraná disse à Gazeta do Povo que a empresa beneficiária das emendas de Kaefer não é mais a responsável pelas suas publicações na web". Os ventos não estão soprando na direção a Kaefer. Depois da multa que levou ( 800 mil reais) pela adição de água nas carcaças de frango abatidas em Francisco Beltrão(PR) acrescentando mais peso às aves, ele foi acusado por funcionários de atraso salarial em toda a sua imensa rede de negócios. Nós bem que tentamos ajudá-lo, comprando gasolina nos postos Dioplomata (2) e óleo de soja desde que não a granel. Ocorre que, em litro, o produto não está mais no varejo. Dizem que ele não paga a empresa que é dona da máquina que automatiza a tarefa, obrigando o empresário a não mais ofertar óleo em garrafas pet de 900 ml. Apesar de tudo isso, apostamos em sua recuperação, desde que pare de falar mal do Lula, da Dilma e da esquerda, em geral.
Um outro deputado que o trem já não pega mais, é o Giacobo. Ontem à noite, antes do vendaval, sabendo que o prédio da ACIC é seguro, ele voltou ao local onde viu a assinatura da Ordem de Serviço para o que se chama de marginais da 277, o que dá origem a comentários jocosos. O projeto original já foi retocado a pedido da Petrocon, a empresa de Gerson Scanagatta. E, mesmo sem nada no chão, já aditivaram a obra aumentando o preço ( 10 milhões de reais) era 9,6 milhão de reais em 22 de fevereiro. Como o dinheiro vem da União, ninguém reclama que está superfaturado. Se fossem aqueles recursos que o Tiago deixou com o Fernando ( depositário infiel) duvido que o aditivo iria ser aprovado, bem como o valor do empreendimento. A Gleisi e o Osmar não vieram ao encontro, o que dá margem a especulações em torno deles na chapa para governar o Paraná por 8 anos. A Gleisi foi vista ontem em Cascavel, mas graças à emissora da Gabriela Hurtado. Em Curitiba, onde se diz boa de votos, disse que existem rugas na política ( claro, o Álvaro, irmão do Osmar, faz cirurgias para extirpar pés-de-galinha do canto dos olhos, sendo comparado a Michel Jackson, por Roberto, o satiricom de Petrônio). Auto-corrigindo-se, admitiu algumas rusgas na pré-campanha. Estava impecavelmente produzida, cabelos retocados, olhos feitos, uma Bárbie perfeita aos olhos de Paulo. Um abraço.
Nenhum comentário:
Postar um comentário