segunda-feira, 20 de setembro de 2010

PELA INTERDIÇÃO DA 277

Ainda se lê cartazes pendurados por ai, alusivos a edição da Veja com matéria paga (jabaculê) - "Sua cidade é uma metrópole do futuro". Trata-se de Cascavel (PR). Em agosto e setembro de l979, a mesma semanal publicou três reportagens sobre o caso Antônio Heleno, quando a cidade, por analogia, era algo sem futuro...

Somos pela interdição da 277. Se é para estancar os acidentes, com ou sem vítimas, vamos enfrentar com rigor o desafio, que até o Vander Piaia, vice do Lísias, incluiu em suas perorações em busca de votos para vereador. Com a interdição, parando o tráfego na pista pedagiada, além do transporte de commodities, onde a maconha é a principal, evitaríamos a punga do pedágio e a peregrinação até a Meca do supérfluo em busca de bugigangas também conhecidas pela pecha de porcarias vendidas no Paraguai, que não deveria mais ser objeto de piadas por quem mora em cima de terras que eram dele até o genocídio da Tríplice Aliança. Vou cobrar de quem ganhar a eleição, a devolução destas paragens que já foram um dia ignotas, encerrando a violência facilitada pela falta de policiamento na fronteira. Beto acena com um batalhão especial, mas é conversa de político profissional. Prefiro balela de amador. E como logística de escoamento de safra, com a tese da interdição encampada, o velho jumento voltaria ser útil e valorizado. E os hélicópteros do Beto, ociosos, com a melhora no atendimento à saúde que o Pessuti já está obtendo, serviriam para transportar os mais ávidos por mercadorias (commodities) made in China e Taiwan, para não sermos litigantes com a Ásia.


Se cem é uma centúria, mil é milicia.

Traficante da Rocinha, é o tráfico invadindo a área rural.

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