quinta-feira, 8 de maio de 2008

JESUS VOLTA À CÂMARA

Quem reapareceu na Câmara legislativa nesta quinta-feira à tarde é o ex-vereador Jesus Lopes Viegas, todo de branco, inclusive os cabelos. Mas não foi devolver o que recebeu durante a gestão de Severino Folador na presidência da Casa. Na verdade, Viegas deseja recriar o Dia Da Comunidade Ítalo-Brasileira, fixado em resolução de dezembro de l995, mas que não vem sendo observado. Para tratar de tão candente tema, foi agendada reunião para segunda-feira, na sala da presidência do Legislativo. É tida como certa a fixação da data alusiva à colônia italiana aqui radicada e classificada por escritores independentes de gringolândia. Em abril de 1997, o cônsul da Itália no Brasil, Marcelo Alécio, visitou Cascavel por 24h, se hospedando no Hotel Copas Verdes, se transformando em hóspede oficial. E preste atenção para o que o então secretário de Cultura, Luiz Ernesto, aprontou ao ilustre casal, no jornal O Paraná, com a conivência do poeta Mário Lemanski, assessor de imprensa da pasta. Publicou-se na capa do vespertino uma manchete sobre um estuprador sobre a foto de Marcelo Alécio. A sacanagem rasteira foi para tirar os méritos da festa oferecida aos visitantes que vieram através da intermediação do advogado Luigi Ubaldini. Luiz Ernesto temia a sombra do falecido advogado. O cônsul e a consorte ficaram constrangidos com a notícia acompanhada da foto deles. Luiz Ernesto é um grandiosíssimo mau-caráter.

MARCOS

Outro ex-vereador que esteve na Câmara nas últimas horas é Marcos Fomiguieri. Foi tratar do caso Macanhão, cabo eleitoral flagrado pela PF com gasolina na campanha de 2006. Quem lê Via Fax, sabe que, Armando, foi multado em 600 reais e o candidato a deputado estadual Marcos Formiguieri, do PMDB, provando ser um homem leal, foi acertar com seu cabo eleitoral o valor da multa aplicada pela Justiça Eleitoral, 35 dias depois da sentença. Na campanha a deputado de l986, o mesmo Formiguieri, perdeu um cabo eleitoral, o bigodudo Pimentel, morto por infarto no Morumbi, fazendo boca-de-urna. Marcos deu toda a assistência à família de Pimentel. Até a corrente de ouro que ele usava no pescoço foi retirada do corpo, no necrotério, evitando que algum tira mais ágil que o candidato enrustisse o valioso penduricalho. O caso Macanhão, garante um segundo Marcos, que coordenou a campanha de Formiguieri em 2006, o Espíndola, foi armação. Armaram contra o Armando...O flagrante foi nas proximidades do jornal Gazeta do Paraná. Não fosse isto, a votação de Formiguieri seria o dobro, no mínimo, dos 8.410 votos obtidos na raça, com uma militância de muita pegada e lealdade ao chefe maior.

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