sexta-feira, 14 de janeiro de 2011

FRARE É O COMANDANTE DO PELOTÃO DE CHEQUE DA PREFEITURA

Se no teste de conhecimentos gerais, no exame da volta a que me submeterei segunda-feira, na Ciretran, perto do Olimpico e da Justiça do Trabalho, me perguntarem, em "pegadinha" sacana, em que aspecto Osmar Dias e Ronaldinho Gaúcho de assemelham, oferecendo-me, na internet, quatro opções, assinalo, sem pestanejar, na HESITAÇÃO. O senador demorou 60 dias para se candidatar. Ronaldo gravitou semanas entre Porto Alegre e Rio. Se lesse os boletins meteorológicos antes de se decidir, claro que optaria por Porto Alegre, onde, em 1999, com idade de garoto, não foi capaz de levar o Grêmio à final do Campeonato Nacional. O Grêmio perdeu do São Caetano, de três a um, e Ronaldo, não fez nada. Inclusive perdeu um gol, no primeiro tempo, vencido pelo tricolor, de um a zero, gol do Zinho. Depois, o Ademar obteve o passaporte diplomático dos filhos do Lula para perder do Vasco, em São JanUário, cujo alambrado despencou, como se fosse um morro da região serrana daquele estado, onde a governabilidade vai de mal a pior, mesmo sendo eleita diretamente pelo povo que, a exemplo de um regime expecpional, não é infalível na hora de vender seu sufrágio eletrônico. A democracia representativa, é tão ou mais ruim que a relativa.

Nove mortos por assassinatos, em Cascavel, até o momento da digitação desta página, entre l3 e l4h. E o viés é de alta, com a remoção do Amadeu. Vem retrocesso ai. Soube que métodos antigos poderão ser empregados pela nova direção. Preste atenção no nome do novo velho delegado-adjunto. É o irremovível que retorna. É um caso patológico. Sai governo, entra governo, e ele não é transferido. O Amadeu, além das virtudes da página anterior, não permitiu que presos, sob sua custódia, ficassem em contêiners, como ocorreu em outras cidades do Paraná. Proibiu as entrevistas seguidas de bolachas aplicadas por repórteres de rádio e TV. Moralizou o relacionamento com a mídia. Caiu, por ser capaz. Já o Coronel Borges, não corrige abusos cometidos pelos seus PMs. Nos primeiros dias do governo Beto, já quebraram a perna de um motoqueiro em fuga, internado no HU e bateram frontalmente com outro carro, também perseguindo motoqueiro, na região do lago. O Amadeu é científico e o coronel truculento. E quem saiu foi o seguidor da ciência. Por isso, retrocesso na segurança pública. O Beto deveria saber mais antes de cometer injustiças. Ainda vai se arrepender. Será que teremos execuções como antigamente? Os indícios são fortes.

Tem Jacy, de novo, na CBN, neste sábado, em entrevista feita em dezembro passado, cujo conteúdo continua atualizado. Se sugerir não ofender, a página sugere. Atualizem o papo, ao vivo, falando sobre a decisão do IAP que cancelou a licença ambiental ao Catuai, expedida em 2008, acolhendo solicitação do Ministério Público Federal, leia-se dra. Monique. Pode ser no final do programa, se é que o Jacy está na cidade, pois quem pode frequentar uma boa praia, não deve bancar o Osmar Dias e ficar indeciso entre Cascavel e a orla. Já o Edgar Bueno, que é criticado no segundo tempo da entrevista, pode se antecipar aos ataques, uma vez que tem, na Colmeia, um programa aos sábados, de manhã, ao vivo. Quando a entrevista foi veiculada, em dezembro, o prefeito respondeu, com base nas chamadas da CBN. Basicamente, Jacy alfineta Edgar pelo cochilo do calçadão, que provocou uma sangria de l6 milhões de reais para a União, a viagem aos Estados Unidos com cinco secretários, pedir bexiga ao BID, com o Paulo Gorski (Obras) como tradutor do grupo, e o cancelamento do convênio com o Paraná Cidades, firmado com o Pessuti, no valor de l7 milhões, dos quais, três de contrapartida municipal, para aplicar asfalto. Por ser grave o que o Jacy fala, a página viafax.blogspot. com aconselha: grave. Scanagatta pede que Edgar visite Toledo, cidade que ele acha modelo de administração. E eu complemento. Em policiamento judiciário também, pois vai ter o privilégio de coexistir com Amadeu Trevisan Araújo.

Sobre a tragédia brasileira, que já se aproxima das 600 vitimas, só no Rio, é saudável ouvir do ministro Cardozo, da Justiça, a auto-critica de que ninguém deve escapar da pecha de culpado. Prefeitos, governadores, presidentes, congressistas, Ministério Público. Quem decidiu, no Brasil, ultimamente, se não for para Haia, Holanda,que pelo menos ficasse uma temporada numa das unidades de segurança máxima que a União constroi para alojar bandidos pretos, de baixa ou nenhuma escolaridade, moradores de favelas e morrros. Cacciola é salutar exceção. E Daniel Mendes é um não-algemável, um quase ininputável. Você acha que um holocausto tropical não deveria levar ao banco os réus que não fiscalizam as obras de evacuação do povo, que não podedividir com a alta burguesia as áreas de segurança máxima do Rio e outras capitais? Há um axioma que ensina que não se mora na União, algo abstrato. Nosso habitat é o município. Ninguém reforma o brocardo. No Brasil, mora-se em áreas de risco e não na União. Na União, mora quem se dá aumento de salário por decreto legislativo. E que acena com novo aumento, para 30 mil reais. É o supremo salário máximo que a corte maior já disse que deseja receber. E o máximo salário minimo não passa de 540 reais. Se for mais, implode as contas implodidas da Previdência. Provoca um deslizamento, seguido de soterramento do welfarestate. A Dilma não aguardava por esta, em uma semana de governo. E o pior que não pode nem falar em herança maldita, pois fez parte dos governos que lançaram o Minha Casa Minha Vida e outras obras de relativo alcance social, de olho na recuperação do Maracanã, de Belo Monte, Trem-Bala e outras coisas megalômanas. Vocês lembram das manadas de elefantes brancos daquele regime?

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